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A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

Uma Macaca na Cidade (58)

BCG: Uma história muito mal contada

 

A propósito do Dia Mundial da Tuberculose, assinalado no final de março, a comunicação social chamou a atenção para o facto de no ano em que a vacina da BCG foi retirada do Programa Nacional de Vacinação (PNV) terem aumentado os casos de tuberculose em crianças no nosso país. (notícia aqui)

 

Como mãe de uma criança não vacinada, é evidente que estes dados me preocupam (preocupar-me-iam ainda que os meus dois filhos fossem vacinados, por representarem um retrocesso nos ganhos em saúde a nível nacional). Até porque sempre me quis parecer que a retirada da vacina BCG do PNV foi uma estória um pouco “mal contada”, sem que tenha sido apresentada evidência científica de suporte a esta medida, capaz de descansar os pais.

 

Muito resumidamente, o que se passou foi que em 2016 houve uma quebra no fornecimento da BCG e logo de seguida a decisão governamental de retirar a vacina do PNV. Garantiram que uma coisa não tinha nada a ver com a outra e que em Portugal a incidência da doença já não é elevada, e o acesso da população ao diagnóstico, medicação e tratamento não são difíceis, vai daí acaba-se com a BCG (a não ser para grupos de risco muito específicos). Só que, passados dois anos, a suposta doença de baixa incidência em Portugal ganha (silenciosamente) o estatuto de Programa de Saúde Prioritário, na mesma altura em que nos chegam estes números.

 

A Direção-Geral da Saúde (DGS) continua a dizer que “Portugal tem condições epidemiológicas para uma estratégia de vacinação seletiva” e que o problema está nos profissionais de saúde, nomeadamente nos jovens médicos que "já quase não estudam a tuberculose e acabam muitas vezes por não estar despertos para a doença"…

1746718.jpg(Google imagens)

 

Ora, eu que tenho uma filha que não foi vacinada, gostava de ter um esclarecimento em relação a tudo isto. Nomeadamente no mesmo dia em que descubro que há um caso de tuberculose na empresa onde trabalho.

 

Uma Macaca na Cidade (57)

I Don’t Know How She Does It

 

Ando a sentir-me como a Sarah Jessica Parker no filme I don’t know how she does it. Apesar de cheia de clichés e de estereótipos, esta comédia romântica de 2011 põe o dedo em algumas das feridas que todas nós, mães-trabalhadoras, tão bem conhecemos.

 

Queremos evoluir na carreira, mas não abdicamos daquela que é a nossa prioridade: os filhos. Quer queiramos, quer não, eles estão sempre no nosso pensamento, SEMPRE! E deles (os filhos!) decorrem uma série de tarefas que listamos mentalmente (e não só!) antes de dormir, desde a lancheira para o dia seguinte, ao presente para levar à festa do amigo no fim de semana, passando pela consulta na pediatra ou pelo equipamento para o jogo de futebol no sábado.

 

É assim a cabeça das mulheres, sempre cheia de listas. E, às vezes, nem sabemos bem como, mas as coisas vão acontecendo. Entre (mais) trabalho, exercício físico, manicures e afins, namoro (muuuuuuuuuito necessário), leituras, logística doméstica e outras coisas que tais, tenho conseguido ter tempo de qualidade com os meus filhos e isso tem um retorno impressionante e quase imediato ao nível da relação que construímos com eles.

 

Isso lembra-me que, no final desta semana, irei à escola do meu filho ler uma história. Vou estrear-me nestas andanças e confesso que estou um pouco nervosa, que já se sabe que as crianças são um público tramado! Pelo sim, pelo não, levo a mais nova, caso precise de uma manobra de diversão.

 

Conselhos de quem faz isto com frequência, please?

Sugestões de histórias para ler a crianças do 1º ano do 1º ciclo, please?

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Beijos e cuidem-se.

 

MGPC

Uma Macaca na Cidade (56)

Yoga

 

Já tinha experimentado há uns anos, mas claramente não era o timing… Não me sentia minimamente confortável, tinha ataques de riso nos mantras ou durante a meditação, acabei até com uma micro lesão (tendinite) no joelho…

 

De facto, na vida, o timing é deveras importante! Como tal – e definida para 2018 a demanda do #selfcare – resolvi voltar a dar uma segunda oportunidade à prática do yoga e não podia ter começado melhor (palavras do meu professor). Posso dizer-vos que terminei a primeira aula em lágrimas (lágrimas boas, leia-se!). Diz o prof. que isso é muito bom sinal, que no dia-a-dia reprimimos constantemente as nossas emoções e o yoga supostamente abre esses canais… Acontecer logo numa primeira aula, diz ele, é sinal “de um excelente potencial”. Vou acreditar que sim! Até porque, dizem, somos todos yogi em potência. Natural born yogis!

 

Vou também acreditar na minha amiga yogi, que me contraria de cada vez que digo sou uma nódoa no yoga. Diz-me ela que “não há nódoas no yoga”. Um pouco à semelhança do que diz o professor, que no yoga não estamos a competir com ninguém, a não ser connosco próprios.

 

A sensação de conexão com o eu, mindfulness e relaxamento que atinjo em hora e meia semanal já ninguém me tira! Mas desengane-se quem achar que não se trata de um exercício de elevada exigência do ponto de vista físico.

 

Ainda me debato um pouco com a culpa de chegar às tantas a casa e roubar ainda mais do já de si pouco tempo que tenho para os meus filhos, mas como diz a amiga yogi “chegas tarde, mas chegas feliz”. E não podia ser mais verdade!

 

Beijos e cuidem-se.

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MGPC

Uma Macaca na Cidade (55)

How to keep going

 

Provavelmente nem deram pela minha falta, mas desde já começo esta crónica por vos endereçar a minhas mais sinceras desculpas pela minha ausência. O arranque de 2018 trouxe-me – conforme eu tinha pedido nas minhas resoluções de ano novo – novos desafios profissionais. Uma mudança muito positiva, mas à qual ainda estou a ajustar-me. Daí a ausência… Disse que o novo ano “me trouxe” a mudança, mas cada vez mais acredito que somos nós que impulsionamos a mudança e a fazemos acontecer.

 

É precisamente sobre este “fazer acontecer” que vos quero falar nesta crónica e que, uma vez mais, encaixa na temática do selfcare, a que decidi dedicar o meu 2018 (BTW, comecei a fazer yoga e estou a amar, mas isso é matéria para todo um outro post!).

 

Descobri recentemente um blog que me desinquieta/desassossega sobremaneira – coisa que muito me apraz e que procuro, à cabeça, nos conteúdos que consumo –, que me faz refletir em torno de citações assaz pertinentes e que, no topo de tudo isto, ainda enriquece (como que abraça) o meu sentido estético.

 

Chama-se Swissmiss www.swiss-miss.com e não há como miss it!

 

A imagem que se segue encontrei-a lá e tratei logo de a guardar para a análise mais aprofundada que achei que merecia:

thumbnail_how to keep going_55.jpg

Apercebi-me que muitos destes pontos correspondem ao que, inconscientemente, tenho vindo a fazer no meu dia-a-dia. E apercebi-me que são questões estruturais para o bem-estar e paz interior. Essenciais para um keep going com sentido, por oposição ao keep going “ir-se andando, com a cabeça entre as orelhas”, na tão típica tradução para português. Apercebi-me, ainda, que ao colocar em prática estes pontos, o retorno (por parte da vida, será? há quem lhe chame karma…) que tenho recebido é incrível e tem sido uma feliz e constante surpresa!

 

Convido-vos a um exercício: reflitam e testem por vocês mesmos, de forma mais ou menos consciente, estes 38 pontos. Não se vão arrepender, garanto-vos.

 

Façamo-lo em conjunto.

 

Let’s keep going!

 

Beijos e cuidem-se.

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MGPC

Uma Macaca na Cidade (54)

#gettingthingsdone

 

Há precisamente um ano, escrevia lá no meu sótão que janeiro é mês de #gettingthingsdone (ler aqui). 

 

No arranque de 2018, as coisas não estão a ser muito diferentes. Estou orgulhosa de mim!

 

Já marquei e reservei férias na Páscoa (uma escapadela com os miúdos a uma capital europeia e uma estreia no Airbnb).

 

Já recomecei o meu exercício pós-pós parto 1x/semana (ontem foi dia de localizada e hoje estou toda partidinha!) e ando em busca de outro tipo de exercício para complementar e diversificar o que já faço. Experimentei Pilates (num estúdio de Pilates clássico) mas, sinceramente, não me identifiquei. Para além de que aquilo é extremamente desafiante e rigoroso (desengane-se quem acha que Pilates consiste apenas em alongamentozitos de caracacá!). Amanhã vou dar uma segunda oportunidade ao yoga, que pratiquei em tempos, mas acho que no timing errado. Desconfio que poderá ser por aí, uma cena mais mindfulness… A ver… E talvez – TALVEZ! – invista um pouco mais na corrida (quem diria que alguma vez me iam sair estas palavras da boca!).

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Consultas da praxe todas agendadas! Minhas e dos miúdos.

 

A marmita com o almoço, essa, já faz parte de mim. No mesmo saco da marmita, o livro que ando a ler (efetivamente a ler!) e não apenas a passeá-lo. Os transportes são aquele momento em que “mato dois coelhos de uma cajadada só”, isto é, em que cumpro logo duas resoluções/objetivos: leio mais e passo menos tempo agarrada ao telemóvel.

 

Ainda não fiz a grande arrumação de início do ano, mas fevereiro também pode ser mês de #gettingthingsdone, sobretudo indoor, na medida em que é um mês por norma bem frio e aborrecido.

 

E porque não há bela sem senão… Alvíssaras a quem adivinhar o meu grande handicap… As faturas e a burocracia/economia doméstica, pois claro! Todos os anos prometo que vai ser diferente, mas não há forma de me organizar a este nível…

 

Dicas, por favor, precisam-se!!! Tenham a bondade de me auxiliar.

 

E vocês, como foi o vosso janeiro?

Como vai ser o resto do ano?

 

2018 é ano de #gettingthingsdone! Bora lá malta!

 

Beijos e cuidem-se.

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MGPC

Uma Macaca na Cidade (53)

#FUTUREISFEMALE

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Mulheres (e homens!) voltaram a marchar, no passado fim de semana, em várias cidades dos EUA, com uma missão clara www.womensmarch.com/mission: em prol de uma sociedade sem desigualdades de género/raciais ou de qualquer outra espécie, em que TODAS (TODAS, sem exceção!) as mulheres sejam efetivamente LIVRES.

 

Esta foi a segunda ação do género em terras do tio Sam e, de ambas as vezes, as redes sociais foram inundadas com imagens das manifestações pacíficas, nomeadamente dos cartazes mais originais que desfilaram nas ruas. Anónimos e figuras públicas marcharam lado a lado e mostraram que “coisas extraordinárias podem acontecer quando as mulheres se unem”.

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O facto de este movimento coincidir com a data de tomada de posse de Donald Trump como presidente dos EUA não é, de todo, inocente. A administração norte-americana tem sido pródiga não só num discurso, mas também na adoção de medidas misóginas, xenófobas e racistas. No decorrer da campanha eleitoral, Trump chegou a ser acusado de conduta imprópria, assédio e agressão sexual por várias mulheres, porém nunca chegou a ter que responder por estas acusações perante a Justiça.

 

Eu confesso que se vivesse nos EUA não perderia a oportunidade de participar na Womens March que – associado a movimentos como o #MeToo, cujas mulheres que o representam foram eleitas pela revista Time como Personalidade do Ano de 2017 – estão a abanar as fundações da sociedade, no bom sentido!

 

A meu ver, algo está (finalmente) a mexer/mudar e isso – por si só – já é fascinante! Para mim, a cereja no topo do bolo vai ser quando o #MeToo levar à destituição do Trump! (deixem-me sonhar por favor…).

 

Não é de feminismos bacocos que se trata quando hasteamos a bandeira #futureisfemale… É de igualdade, que se trata! E de liberdade. Porque ainda há um longo caminho a percorrer até entenderemos que estamos nisto juntos e não uns contra os outros (sejamos homens, mulheres, trangenders, muçulmanos, católicos, brancos, pretos, índios, gays, heterossexuais, republicanos, democratas, whatever…).

 

Beijos e cuidem-se.

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MGPC

Uma Macaca na Cidade (52)

NANNY, MAS POUCO…

 

Estou tão (enojada) enervada e triste com isto, que tenho mesmo que escrever e deitar cá para fora, sob pena de sufocar!

 

Sei que já muita gente escreveu sobre o tema – o novo programa da SIC: Super Nanny – e certamente melhor do que eu - blog A Mãe é que Sabe, jornal Público e Observador  são alguns exemplos mas permitam-me que desabafe…

 

Disclaimer: eu não vi o programa, nem tenciono ver! Nem a versão portuguesa, nem as estrangeiras (que nem sabia que existiam!). Vou basear-me no que já li sobre o formato e em alguns relatos de pessoas próximas que viram.

 

Quando comecei a ver os cartazes da Super Nanny parti do princípio que vinha aí mais uma sitcom ao estilo Malucos do Riso, Floribella ou versão tuga da Fran (que, BTW, eu adorava!). Quando me explicaram em que consistia o programa eu não queria acreditar… “Não… Não é possível que se desça tão baixo para conseguir audiências!”, pensei. Depois, ainda imaginei uma coisa ao estilo E se Fosse Consigo?, em que é tudo encenado, assim numa espécie de role-playing pedagógico (sempre seria um nadinha menos mau!), mas rapidamente percebi que não.

 

Pelo que me foi dado a entender, estamos perante uma psicóloga com ar de vendedora da Remax que encarna uma espécie de “Cesar Millan encantadora de crianças” que promete ajudar pais desesperados a acabar com as birras dos seus filhos mal comportados. Posto de outra forma, estamos perante um reality show com crianças, que não se inscreveram em lado nenhum para estarem ali a ser exploradas (humilhadas) frente a uma câmara de TV e a um país inteiro.

 

Sou mãe e fujo a sete pés de julgar outros pais! Também coloco fotos dos meus filhos nas redes sociais… Muitos alegarão que isso também constitui uma violação dos seus direitos de escolha e privacidade. Mas, nem a minha página de Facebook tem a projeção de uma SIC (e há as definições de privacidade!), nem eu escolho para partilha momentos de fragilidade ou intimidade dos meus filhos, que acredito devem ser tratados nos canais apropriados. Choca-me que temas tão fraturantes sejam tratados com tamanha leviandade! E lamento, mas nada de bom pode advir deste tipo de abordagem/exposição…

 

Já consequências negativas para as crianças, a curto/médio prazo, duvido que não existam. E entristece-me muito o retrocesso que este programa representa em termos de pedagogia/psicologia e de cultura civilizacional (já não nos bastava o Trump na presidência dos EUA!). Numa altura em que se fala tanto de parentalidade positiva e se alerta como nunca para os perigos do bullying, não houve nenhuma alminha na SIC que visse para além das audiências e do lucro, e pusesse a ética e os escrúpulos (e as crianças já agora!) em primeiro lugar!?

 

Não querendo criticar os pais (muitas vezes desesperados e muito pouco informados), tenho que admitir que eles também têm aqui uma enorme responsabilidade (também ouvi dizer que recebem mil euros por participarem, não sei se é ou não verdade…).

 

Mas não seremos todos um pouco responsáveis? Dá que pensar…

A sério que estou mesmo irritada com isto!

 

Beijos e cuidem-se.

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MGPC

Uma Macaca na Cidade (51)

E A TENDÊNCIA PARA 2018 É…

 

(… rufo de tambores…)

 

SELF-CARE!!!

 

Auto-cuidado, traduzido para o nosso português. É essa a grande tendência para o ano que agora começou. Assim sendo, acho que posso considerar-me uma vanguardista e trendsetter, já que o meu 2017 foi all about self-care.

 

Já dizia aquele célebre anúncio que “se eu não gostar/cuidar de mim, quem gostará/cuidará?” e, na realidade, não há mal nenhum em colocarmo-nos em primeiro lugar e investirmos naquela que é a relação mais importante das nossas vidas: a relação com o nosso eu. Inúmeras vantagens decorrerão desta prática do auto-cuidado, desde que não caíamos em egoísmos e umbiguismos, naturalmente. No man is an island, lembrem-se. E o equilíbrio será possível, tenho a certeza!

 

Da minha parte, já mergulhei nesta tendência… e de cabeça! Recomecei ontem a treinar (depois de três meses de interregno) e pretendo iniciar-me na prática de Pilates (deixo isto por escrito porque é uma forma de me comprometer e de não deixar cair no esquecimento até lá para Novembro!). Tenho procurado ler todos os dias um bocadinho, tratar bem da minha pele, beber água com limão em jejum (obrigada Liliana pela dica!), não me queixar tanto (hoje, por exemplo, apetecia-me muito maldizer a chuva, mas tão necessária que ela é! E eu tenho tudo o que preciso para me proteger, há quem durma na rua!), encontrar um tempinho para meditar, não procrastinar e ser mais organizada, fazer o que me dá prazer (cozinhar e escrever!), dar graças no final de cada dia.

 

É certo que o ano ainda só conta com 9 dias, mas há quem diga que os primeiros doze dias do ano ditam os doze meses AQUI. Se assim for... so far so good!

 

Fiquem com este instantâneo que se segue e que ilustra o meu eu para 2018:

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Beijos e cuidem-se.

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Uma Macaca na Cidade (50)

POST PÓS NATALÍCIO ASSAZ PERTINENTE PARA PAIS DESESPERADOS

 

Progenitores (de crianças pequenas, sobretudo) que me leem: este post é para vós!

 

A pensar especialmente em vocês, mas principalmente nas crianças mais desfavorecidas ou institucionalizadas, para quem o Natal é certamente diferente do dos nossos rebentos, deixo-vos um link que tenho a certeza vos vai interessar sobremaneira: ora espreitem lá, AQUI

 

Todos os Natais (e aniversários), os nossos filhos recebem um rol infindável de brinquedos e por muito que tentemos “controlar a coisa” – pedindo bom senso a quem oferece (ai os AVÓS, esses seres indisciplinados!) ou guardando alguns presentes para abrir mais tarde, faseadamente – acabamos invariavelmente com a casa repleta de brinquedos, alguns com os quais os nossos filhos nem chegam a brincar, por falta de tempo, outros com eles pouco brincam e permanecem como novos à medida que os nosso filhos crescem e deixam de ter interesse neles.

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Não sei se já tinham pensado nisto mas, ao doar brinquedos em bom estado a Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e outras organizações da economia social estamos não só a ganhar espaço em casa, como a ajudar crianças desfavorecidas.

 

Este link que vos deixo dá a conhecer 10 instituições que aceitam brinquedos. Haverá muitas outras, nomeadamente no seio da vossa comunidade, como escolas, igrejas, centros paroquiais, juntas de freguesia e afins. Procurem e informem-se se realmente estiverem interessados no tema.

 

Lá em casa, podem ter a certeza que de Janeiro não passa sem arregaçarmos as mangas e encetarmos esta nobre demanda!

 

Dicas importantes:

 

 

Uma Macaca na Cidade (49)

OH OH OH!

 

É Natal, É Natal… e a ARNA e sus muchachas querem presentes! Ah, pois é bebés!

 

É que nós, não sendo (AINDA!) bloggers famosas, não recebemos presentes das marcas on a daily basis, minha gente! Para já, e acho que posso falar pelas quatro – somos uma espécie de D’Artagnan e os 3 Mosqueteiros, já repararam meninas? – basta-nos o carinho e feedback de quem está desse lado!

 

Por isso ‘bora lá, malta! Hoje esta crónica é em jeito de desafio para vocês!

 

Puxem pela imaginação e comentem este post com os presentes que gostariam de oferecer a cada uma de nós (ARNA, Liliana, Macaca e Sónia) ou que acham que nos fazem falta.

 

A resposta mais original – votada pelas quatro e eleita por maioria – receberá um miminho natalício.

 

Palavra de macaca.

 

FELIZ NATAL a tod@s os que nos leem.

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A Blogger:

Cátia Santos catiafsantos@hotmail.com

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