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A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

Dia Internacional do Livro Infantil

A falta de criatividade e os erros ortográficos só podem ser combatidos pela leitura. Digo-lhes eu, muitas vezes sem sucesso. Insisto no que podem aprender sozinhos através dos livros e eles, ainda assim, continuam a preferir tuuuudddoo o resto à leitura! Cá em casa, não há forma de um livro, ainda que bom, ganhar à playstation, à bicicleta ou à bola.😁 Apesar dos evidentes progressos que os meus filhos têm feito nos últimos anos ao nível da leitura, continua a ser uma tarefa menos aceite, principalmente pelo mais novo. A mim cabe-me reforçar a importância da prática em questão e pedir-lhes que lhe dediquem 10 a 15 minutos dos seus dias. E, devo dizer que nestas férias, as coisas têm estado a correr menos mal.

 

Deixo-vos alguns dos livros que moram cá em casa ... uns já eles leram, outros ainda estão a ler, outros andam a ganhar coragem para ... 😁 

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Se souberem truques para os pequenos ganharem gosto pela leitura, partilhem por favor😁.

 

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O tormento das viagens de carro com crianças

E podia ficar-me pelo título. Curto, objetivo e, creio que, suficientemente esclarecedor. Acontece que esta chuva eleva o meu lado mais negro e depressivo, de maneira que me lembrei de escrever mais sobre o grande inferno que são as viagens de carro com os meus filhos. 

 

Ora bem, eles estão crescidos, quase "aborrescentes" (li algures esta palavra e adoptei-a!), logo, não bolsam, nem se engasgam, nem perdem a chucha ou arrancam o tapa sol do vidro. Portanto, e dada a independência que a idade lhes permite, a minha presença no banco de trás é totalmente dispensável (há alguns anos) mas, admito que muitas vezes sinto vontade de lá voltar só mesmo para lhes pregar calduços a cada vez que perguntassem se falta muito para chegarmos ao destino😂, quando ainda nem sequer saímos do nosso concelho! Apetece responder "sim, minha gente, falta imenso, tipo três horas, aguentam? são capazes de se entreter? é que se continuarem a perguntar de dois em dois minutos quem não aguenta sou eu! Entendido?" Eishhhhhhh criançada impaciente. Se não soubesse do historial de cada um deles, atrever-me-ia a dizer que nasceram os dois de sete meses!!! Credo!

 

 

Para além da pressa em chegar a todo o lado, que torna tudo mais difícil para os adultos, as nossas viagens de carro podem ser muito "baralhativas" (palavra utilizada pelo mais novo quando sente dificuldade em processar a informação que lhe dou). Dou por mim, frequentemente, a duvidar do caminho que estou a seguir, a recalcular a rota e a pensar "afinal de contas, onde é que eu ía mesmo?", a querer insultar quem me faz andar devagar, porque os pequenos índios têm mais que fazer. Há todo um alvoroço no carro, uma distração com todo o tipo de assuntos "mãe, que horas são? mãe, muda para a rádio, outra vez, só mais uma vez! mãe, passa-me a água. mãe, quanto é 178x178? mãe, quantos quilómetros faltam para chegarmos? mãe, mãe, mãe, mãe..." E quanto maior a viagem, mais "baralhativa" ela se pode tornar! Acreditem 😩

 

E é isto, um tormento, um inferno, uma pequena agonia! Quaisquer 5kms podem parecer 500kms caso eles tenham as pilhas devidamente carregadas!! E não me digam que as vossas viagens de carro são feitas na paz do Senhor, que conversam como gente grande uns com os outros como se estivessem comodamente refastelados no sofá das vossas casas! Não me digam, é que há coisas que passo bem sem saber! 

 

 

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Bullying caseiro

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E foi esta a reação ao verem álbuns de fotografias antigas da família! Mais concretamente as calças à boca de sino do avô, a avó há vinte quilos atrás, as mega argolas e a poupa da tia, o meu ar desgrenhado-despenteado-ciganita! Surgiram dúvidas, muitas dúvidas quanto ao género dos intervenientes (sim, numa fotografia só conseguimos identificar o primo pelo bigode, por segundos pensámos ser a prima!), dificuldade em distinguir vestidos do dia-a-dia de vestidos de carnaval! Enfim, um pagode, como podem imaginar. Momentos únicos que passamos sentados no chão da sala, em que basicamente só conseguimos rir! Mas, o dedo apontado não se direcionou apenas às pessoas, digamos que descobrimos nas fotografias todo um conjunto de pormenores altamente primitivos como o telefone de discar, a mobília antiga do meu quarto, os pavimentos e os azulejos da cozinha da minha mãe verdadeiramente psicadélicos, os brinquedos pré-históricos da minha irmã ... um mundo de memórias dos anos 80 que eu não previa ter nos meus filhos um efeito tão anedótico. 

 

Às tantas, e já o bullying estava em grande escala, passei por uma fotografia minha e disse-lhes "vejam lá esta, a mãe aqui até ficou menos mal, pareço arrumadinha com o cabelo penteado, estou bem compostinha, não acham? 

 

 

Como pode num mês tão pequenino caber todas as minhas boas intenções?

Se o mês de janeiro foi uma desgraça ao nível do "social", fevereiro ainda hoje começou e há todo um conjunto de eventos que o tornam mais "fofinho". Ora bem, para começar em grande e em bom há fichas e testes de avaliação nestes próximos dias. Isto significa que durante a próxima semana, e o que resta desta, vou fazer papel de má mãe. Ou seja, aquela pessoazinha inconveniente que relembra das obrigações escolares e que tem o péssimo hábito de interromper brincadeiras. Como dizem os brasileiros "cortar o barato". De maneira que não se avizinham momentos fáceis cá em casa. O "vai estudar", "já estudei", "dez minutos não é suficiente", "mas eu já sei tudo" vão ser as expressões mais ouvidas/berradas! 

 

No meio disto tudo, nós, a ver se vamos ao cinema! 

 

De seguida, a descompressão, o carnaval e as respetivas férias. Mesmo não sendo grandes apreciadores da época, os filhos vão pedir-me coisas estranhas que só se vendem nos chineses das redondezas. Como sempre! E eu lá vou mostrar-me disponível e feliz com as macacadas do carnaval. Festas e desfiles nas duas escolas. E eu sou só uma e não gosto de carnaval! É a vida! Entram de férias ... ao menos que não chova! 

 

No meio disto tudo, nós, a ver se vamos ao cinema! 

 

As aulas começam e volta tudo outra vez às suas vidas mas os vestígios de carnaval por aqui continuam. Talvez ao fim de uma semana consiga guardar todos os acessórios. É que as pequenas criaturas não gostam de desfiles de carnaval mas cá em casa a história é outra e quase que tomam banho com espadas de ninja na mão (mais ele, o pequeno aprendiz de ninja). 

 

No meio disto tudo, nós, a ver se vamos ao cinema! 

 

Seguem-se consultas várias agendadas há mais de um mês, um vídeo promocional que me comprometi a editar, treinos e jogos de futebol, festas de aniversário, compras, refeições a potes, casa sem empregada, roupas aos quilos para lavar e secar, coisas de gaja para evitar parecer a macaca ...  

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E um cinema, será que cabe neste mês tão pequenino?? Falamos depois 😍

 

 

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Reunião de Pais e Reunião de Pai/Mãe.

Há informações que os diretores de turma (d.t.) precisam de passar aos pais e, já sabemos, as reuniões de pais são "o momento ideal". Muitas dessas informações vão para lá das notas de final de período dos nossos filhos (essas estão escarrapachadas nas paredes), estou a lembrar-me por exemplo de pedidos de colaboração dos pais nos diferentes projetos em que a turma está envolvida. Por mim, perfeito. Sou grande defensora da interação pais-escola. Acho importante eu saber quem "do lado de lá" está com os meus filhos assim como considero conveniente os professores saberem que existe um "lado de cá" interessado, atento e disposto a colaborar. Assim sendo, por norma, não falto a nenhuma reunião de pais, a não ser quando são as duas à mesma hora e em escolas diferentes! Aí já se sabe, sem o dom da ubiquidade, que tanta falta me tem feito desde que fui mãe de dois, lá tento arranjar a melhor maneira de não sair mal nas duas fotografias. 

 

Por outro lado, a verdade é que saio dessas mesmas reuniões de pais sem saber muito mais sobre o desempenho escolar dos meus filhos do que o que vem na folha de avaliação individual. E isso chega? Para muitos, certo é que chegará. Para mim, é cada vez mais insuficiente e por isso, a cada vez que o assunto merece, peço para reunir 10 minutos com o professor. Já me aconteceu duas ou três vezes ter de o fazer porque durante as ditas reuniões de pais não há lugar para individualizar, precisamente porque estão outros pais ao nosso lado, a ouvir o nosso diálogo com a professora. Situações que podem provocar desconforto a todas as partes envolvidas. E isto não é uma crítica. É um facto! 

 

Por isso, acho que os d.t. deviam manter as famosas "reuniões de pais" porque há efetivamente assuntos que interessam a todos os pais e torna-se mais fácil o professor informar de uma só vez. Mas, e sei que muitos já o fazem, acho que também seria bem proveitoso aderirem à ideia de "reuniões de mãe/pai" de dez minutinhos para nos passar informações sobre os nossos filhos e só sobre os nossos. Desta forma, chegaríamos a "reuniões de pai/mãe" bem mais vantajosas! Para todos! 

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Fica a sugestão 😀

 

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Esta (pobre) mãe aos olhos dos filhos

Pedi aos meus filhos que me descrevessem. Afinal de contas, e porque passamos muito tempo juntos, conhecem-me como ninguém. Mesmo temendo o pior e podendo estar sujeita a uma verdadeira chuva de criticas, apetecia-me faze-los pensar e também porque efetivamente não tínhamos mais nada para fazer 😁. O mais novo arrancou mal. De imediato disse "a mãe é chata". Tive de por logo travão de maneira a que, no final, o saldo fosse positivo. É que se este filho ganha as rédeas à conversa eu ficava aqui com os meus níveis de popularidade a roçar o negativo. Portanto, isto começou mais ou menos assim "para tudo, ponham o peão na casa da partida, concentrem-se e digam lá como é a vossa querida mãezinha, vá, sem medos, que o jantar chega para todos..." 

E deixei-os falar 😀

 

"a mãe é chata, quer dizer, às vezes. Outras vezes faz tudo o que queremos e mais parece uma criança. A mãe dá beijinhos e ajuda nos TPC's. Portanto, a mãe até é cool! A mãe ralha e às vezes até berra. A mãe é bacana. A mãe não gosta de fazer exercício físico, quer dizer, quando chove. A mãe odeia passar a ferro, cozinhar e limpar a casa e isso deixa-a de mau humor. A mãe às vezes é irritante mas é bonita. E não se importava de ser ainda mais. A mãe é magra e já não se importa porque o pai diz que ela está elegante. A mãe gosta de ver os Morangos com Açúcar connosco. Em todas as fotografias a mãe fica com um olho mais fechado. Por isso já nem sequer lhe tiramos fotografias. Pois é, ela diz sempre que fica horrível nas fotos por causa daquele olho! A mãe usa robe por cima da roupa quando está em casa, é muito estranho! A mãe manda todos fazer silêncio quando vê telejornais, é que nem podemos espirrar! A mãe não consegue ver filmes connosco no sofá porque ... adormece. Deve ser da idade porque o avô também adormece no sofá! A mãe vê mal, usa óculos mas diz que não precisa. A mãe gosta de ter tudo perfeito. A mãe diz sempre que sabe tudo mas alguns exercícios de matemática deixa para o pai. A mãe anda sempre com calendários e agendas, nem sei porquê! A mãe gosta dos filhos e os filhos gostam da mãe. Tipo muito." 

 

E o jantar chegou mesmo para todos ❤️

Bom fim-de-semana 😍

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Saudades do verão 

 

 

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Do populismo

Ele - Sabes mãe, cinco meninas da minha sala gostam de mim e eu até nem sou assim tão popular ... imagina se fosse!! 

 

Eu (disse) - Ái filho, tu e os números ... 😁

 

Eu (pensei) - quanto mais popular mais dores de cabeça, é o que é!!!! 😩

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Aquela inveja pouco saudável

Contextualizando ...  ela num aniversário com as amiguinhas para o qual ele não foi convidado. Para mim, uma coisa absolutamente normal pois cada um tem o seu grupo de amigos e direito ao seu espaço e tempo de diversão sem o mano/a por perto. Para ele, nem sempre é assim tão normal. Aceita bem mas, no fundo, fica lá dentro qualquer coisa a moer! De maneira que, à medida que vai ficando mais crescido, as reações vão sendo também elas mais apuradas ... 

 

Ele: Então Maria, como correu a festa de meninas (revirando os olhos de tédio)?

Ela: Foi muito gira. Divertimo-nos imenso. 

Ele: E vocês por acaso correram, saltaram ou jogaram à bola na rua?

Ela: Não. Estava frio na rua e ficámos dentro de casa...

Ele: Então tenho mesmo de te dizer, foste à pior festa de sempre!!!!!!

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Atire a primeira pedra quem nunca fez um comentário semelhante 😡😡😡 

 

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Supernanny - o que me ficou do que passou!

Vi cinco minutos do programa de ontem. O suficiente para me sentir incomodada, ceder ao pedido dos meus filhos e ... mudar de canal! Sim, também tenho cá em casa pequenos aprendizes de tiranos mas mas mas mas ... se não consigo ter na mão e educar crianças de 8 e de 10 anos, estou mal. Estou mesmo muito mal ou há uma enorme confusão de hierarquias nas nossas cabeças! 

 

Antes de mais devo dizer que concordo com algumas opiniões que fui lendo ao longo do dia sobre o facto da mãe ter exposto a filha daquela forma no programa de televisão em causa (em que uma psicóloga ajuda famílias a disciplinar as crianças). Acho que foi exagerado! Também eu aqui no blog e nas minhas redes faço vídeos com os meus filhos e partilho imensas fotografias nos mais variados contextos. A diferença é que não acho que os esteja a envergonhar ou a ridicularizar. E o que aconteceu no programa de ontem, pelo menos no pouco que vi, foi precisamente isso! E por isso achei mau. Doloroso até! Tive pena da família. Especialmente da menina!

 

Mas, a mãe da menina deveria saber ao que ia ... ou não? 

 

Sinceramente, espero que o objetivo a que se propuseram, ao participar no programa, tenha sido alcançado e que todas (mãe, filha e avó) tivessem ficado devidamente esclarecidas sobre os seus papéis na estrutura familiar e que, essencialmente, tenha servido para um bem maior - melhorar a convivência familiar. Achei aquela mãe totalmente prisioneira das vontade da filha de apenas 7 anos e isso também me meteu dó! Mas a senhora é adulta, informe-se, leia sobre o assunto e de quando em vez, rode a baiana, que quem tem de ditar regras é ela e não a filha!!! Achei que todos naquela casa estavam confusos! E como é fácil assim ficar!! 

 

Não gosto de criticar a educação que as mães dão aos seus filhos mas, há um pormenor que anda a ganhar uma força tremenda na nossa sociedade e que eu acho que deve ser seriamente contrariado. As mães/pais/avós/cuidadores têm medo de dizer NÃO às exigências e caprichos das suas crianças como se isso os traumatizasse para o resto da vida! Não acho que assim seja. Não me considero traumatizada por ter levado tantos NÃOS nos anos 90! Não me inibo de os dizer aos meus filhos e de explicar os motivos das minhas decisões (nem sempre acertadas)! 

 

Por fim, a psicóloga. Parece que a Ordem está hoje a cair-lhe em cima. Como disse, só vi cerca de cinco minutos do programa, mas, fiquei com a ideia de que tinha algum cuidado nas palavras que trocava com a mãe e com a menina. Quanto aos conteúdos que partilhou, na minha opinião não há uma fórmula mágica que resulte com todas as crianças e com todos os pais. Já escrevi sobre o assunto AQUI a propósito da minha participação num workshop de Parentalidade Consciente. 

 

E vocês por aí? O que acharam da Supernanny?

 

  

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O meu "Conde de Contar(rrr)"

O mais novo da casa passa a vida a contar. Conta tudo o que vê. Conta aquilo que eu acho que não tem contagem possível e, quando está sozinho, conta-se a ele (acho eu)! Sabe quantas páginas tem o meu livro e o da irmã. Sabe em qual vamos (porque vai lá espreitar, não é adivinho). Eu mando-o preocupar-se com os livros dele. Responde-me em números. Conta os aviões (não tem grande trabalho é um facto). Conta formigas, botões, as massas espirais que tem no prato, os carros que passam por ele no IC19 até eu aguentar ouvir, os candeeiros públicos, as letras das palavras ... enfim, uma canseira (p'ra mim). 

 

Um dia disse-lhe que ele era uma versão bastante melhorada do Conde de Contar(rrrr) da Rua Sésamo. Riu-se porque desconhece a figura ... lembram-se? 

 

E com isto podem pensar "Uau ... esse miúdo é um cromo a matemática!" Só vos digo - NÃO - ele gosta de contar, não de fazer contas! Pode parecer esquisito mas são coisas diferentes! 😩

 

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