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A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

Namoro Ganha ao Casamento

O namoro ganhou ao casamento. No Instagram da Rapariga votaram em massa no namoro. E porquê? Porquê? Na minha modesta opinião, porque consideram o namoro mais giro, divertido e empolgante do que o casamento. E também porque o coitado do casamento tende a ser visto como o mais chatinho, monótono, rotineiro e sem sal de todos os tipos de relacionamento. Pois bem, eu também votaria no namoro. Assim sem hesitar. E isto não significa que não goste da vida de casada. Claro que é bom estar perto do meu gatinho todos os dias. O problema coloca-se quando não se está em modo "gatinhos" porque efetivamente há uma vida real com preocupações e inquietações várias. 

 

O namoro é uma roda viva de emoções, uma montanha russa de planos e ideias para os fins de semana. Durante a fase do namoro, as preocupações parecem estar bem lá longe. Aproveita-se ao máximo o tempo juntos e faz-se um número infinito de coisas prazenteiras. Ao passo que no casamento não é bem assim essa loucura toda. Tudo tem de ser melhor calculado sob pena de se queimar todos os cartuchos nos primeiros anos e não se conseguir fazer mais nada de interessante nos anos seguintes! Quando surge a criançada, aí sim, multipliquemos por cem as ralações que assombram as cabeças do casal. 

 

A questão é que aquele namoro empolgante, das borboletas na barriga, cabe perfeitamente dentro de um casamento. Já o contrário não sucede. As partes chatas e desagradáveis do casamento, por norma não se verificam durante a fase do namoro (de casais que vivem em casas separadas, obviamente). De maneira que, de certa forma, muitas destas preocupações retiram adrenalina e vá, sensualidade, ao casamento. É preciso um esforço de todas as partes para que o desgraçado do casamento não se torne enfadonho e sem brilho. É preciso traçar planos, escapadinhas, planear fins-de-semana fora. E é claro que isto, misturado com as responsabilidades familiares, dá uma trabalheira dos diabos, essa é que é essa. Mas lá está, pessoas que casaram, vocês sabiam que estavam a assumir um compromisso ... na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, sabendo que a conta da luz poderia atingir valores históricos, a máquina da roupa pifar, seguida do micro ondas e do frigorífico e comprometer um ambiente que se andava a construir há duas semanas? Sabiam, não sabiam 😁? 

 

Obrigada Control pela inspiração 😍

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Principal ideia a reter:

Namorem-se ♥️♥️, sempre! 

 

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Ecrãs a Mais. Sexo a Menos. 😳

Esqueçam a ideia de que os jovens de vinte anos fazem muito sexo. Parece que a única coisa em alta nas relações é o minimalismo! Sabiam desta? Confesso que não fazia ideia que assim fosse! Fui apanhada de surpresa. Depois de ler este artigo, percebi que as minhas teorias estão totalmente desatualizadas. O que a idade faz a uma pessoa?!! 

 

É que eu pensava que os jovens eram sexualmente malucos, que se embrulhavam uns nos outros a cada meia hora, precisamente porque são jovens ou somente porque lhes apetecia muuuuuuito. Tinha ideia que hoje em dia era sempre a abrir, sem tabus nem preconceitos, que a juventude podia inclusive gabar-se de um saber de experiência feito! Mas não, não não não não!!! Andava enganada. Não é que isto contribua em muito para a minha felicidade mas uma pessoa gosta de saber o que por aí se anda (ou não) a fazer! 

people-3755342_960_720.jpgPixabay

Pessoas, foquem-se na realidade ...  a libido morreu, vive-se uma recessão sexual. O sexo entre as novas gerações está efetivamente fora de moda. Há ecrãs a mais e contacto físico a menos. Há um vício chamado smartphones, outro chamado Netflix, outro porno digital. Há obsessão na carreira, há apps de engate, privação de sono e mais uns quantos fatores enumerados nestes estudos que defendem a tese de que a libido está efetivamente a extinguir-se! 

 

No meio desta atual tragédia sexual, acredito que já nem existam "friends with benefits", nem curtes, nem o conceito de namoro como a malta da minha idade conheceu! Assim sendo, pessoas dos 35 para a frente, estão a pensar o mesmo que eu, não estão? 

"No meu tempo é que era ..." 😊

 

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Não me canso de ...

Não me canso de dizer aos meus filhos que os adoro em larga escala, que tenho um grande orgulho neles mas que, efetivamente, não vale tudo, só porque sentem deste lado um colo e uma proteção gigante. Nem sempre sou a mãe que sonhei ser. Aliás, nem sei bem dizer como é que seria este meu papel em sonhos, certo é que não deveria meter berros e castigos (assim como não meteria tablets, telemóveis e playstations). Sei que falho redondamente, que exagero, que tenho dúvidas em diversas circunstâncias, que hesito e reformulo decisões.

 

Não me canso de admitir que falhei, que exagerei, que afinal "a mãe precipitou-se". Não me canso de pedir desculpa na mesma medida que defendo os meus ideais. Digo-lhes montes de vezes "defendam-se, não fiquem calados a assistir a injustiças". Claro que aplicam estes ensinamentos comigo, em casa, quando não me dá jeito nenhum que sejam justos e que pensem pelas suas cabecitas!

 

Não me canso de lhes dizer para cumprirem as obrigações, a todos os níveis. Caso contrário, pode dar-se o caso de acharem que vivem em auto-gestão e, aí sim, é ver o descalabro a acontecer. Não me canso de lhes pedir espaço, que me pôr a mim, e ao pai, no topo das preferências nada tem de egoísmo, porque antes deles cá aparecerem (e que bom é a vida com eles) já existiam duas pessoas e duas agendas distintas, com gostos, vontades próprias, família e amigos a quem é agradável prestar contas. 

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Como fintar o stress pós-férias?

Passar do dolce fare niente em família para as responsabilidades de setembro é-me particularmente difícil. O fim de qualquer coisa boa é sempre desagradável, por isso assim é o fim das férias, desagradável ao máximo, ao quadrado, elevado a muitos! Mas não é o fim do mundo, dirão vocês. Claro que não, longe disso! É SOMENTE passar de dias divertidos, em família, com amigos, em que a tolerância às birras de todos é indiscutivelmente maior, para a azáfama dos dias cheios de horários, de frio e de chuva em que vai cada um para seu lado (se não é o fim do mundo, digam-me lá o que é😄!)

 

Mas, dizem os entendidos em nervosismo pós-férias que devemos recordar os dias bem passados. Pois assim será ... segui o conselho 😍seguem fotografias de intensos dias de praia e de piscina em terras algarvias, de manhã à noite 😍, na companhia dos amigos e de fortes gargalhadas, sempre! 

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Boas Férias 😍

Durante este querido mês de Agosto, vou estar mais assídua aqui no instagram, pelo que façam o favor de por lá ir passando! Este computador vai estar em repouso durante uns dias, já a minha cabeça nem por isso, que isto de ter duas crianças é sinónimo de alerta constante, principalmente na praia. 

 

Por estes dias o pai junta-se a nós e, para eles, os mergulhos a quatro têm mesmo outro sabor, independentemente do sítio que escolhermos para o fazer. Assim sendo, vamos ter quatro cabeças a pensar em programas e atividades que a todos satisfaçam. Missão quase impossível mas enfim, cá vamos, ano após ano, aperfeiçoando a técnica de agradar um bocadinho a todos! Há sempre um (normalmente o mais novo) contrariado e a achar que conspiramos contra ele, contra as férias dele!! Nada que um jogo de raquetes ou uma bola de berlim não resolva. Para tudo isto, nós, os pais, precisamos de estar ágeis em vez de nos atirarmos para a sombra, a fingirmo-nos de mortos, enquanto dormimos uma merecida sesta na praia!

 

Pois ... não dá, não dá! 😍😍

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Desejo uma ótimas férias a todos os que por aqui me seguem. 😍

Aproveitem para descansar, carregar baterias, ler, namorar e ... isso mesmo! 😘

 

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Ir é mesmo o melhor remédio

Talvez por viver na zona de Sintra, e tendo em conta a desgraça das temperaturas a que me habituei, parece que a história das quatro estações do ano tem vindo a perder nexo, tal é o frio e o vento constantes! Hoje até veio a chuva só para provar que não sou eu que mando nisto tudo! Porém, uma pessoa não pode desesperar só porque ainda não conseguiu passar do bronze à camionista (sim, sofro disso!) ao tom minimamente saudável. Então, o que é que uma pessoa faz, apoiando-se na máxima "isto hoje ainda vai abrir"? 

 

A pessoa vai à praia, embora o céu para os lados da praia lhe dissesse não, não é boa ideia. E assim foi. Embora estivesse um dia de janeiro, no sábado, saímos os quatro de casa. Passámos por Mafra e chovia, timidamente mas chovia. Apetecia-me um cacau quente e um fradinho, ou dois, ou três, e não praia! Mas nem parámos, a ideia era ir até à Ericeira, onde prevíamos que estivesse uma pequena tempestade tal estava a cor do céu! Chegámos à Ericeira et voilá ... um verdadeiro dia de junho, ameno, agradável, solarengo e sem vento. Afinal "abriu" ... e nós não íamos preparados para tão bom tempo. As expectativas estavam tão rasas que no carro só levavamos casacos e gorros! De nada serviram. Estava calor. Descemos até à praia dos coxos, em Ribamar, uma agradável surpresa para todos! Estava vazia, pois claro, ninguém podia prever que estivesse tão agradável. Passámos ali um belo par de horas a ouvir o mar e os miúdos a matar saudades da areia nos pés, com uma praia só para nós, sensação quase impossível no verão! 

 

E foi bom. E fez o fim-de-semana parecer maior! Só por isso já valeu a pena o passeio! 

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Alguém disse #19

"Serei Feliz Sem Ti?

... a resposta dá-nos um bom indicador do estado da nossa felicidade ... felicidade e dependência são coisas distintas ... Se não formos capazes de juntar tudo o que de bom sentimos e fazer disso um escudo protetor para o que não controlamos, bem podemos ficar sentados à espera de que nos façam felizes. Amor e felicidade tocam-se, cruzam-se, lutam, podem mesmo ser amigos, mas têm vidas separadas. A felicidade é estarmos à altura do que nos acontece, ninguém o pode fazer por nós." 

 

José Gameiro 

 

Para mais informações clicar em cima da imagem  

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Querido, forrei os miúdos 👩‍👧‍👦

Estás a ver aquele papel autocolante transparente de forrar livros?

Pois é, hoje dei-lhe uma nova utilização. Forrei os miúdos! 

Dito assim, pode até assustar-te mas a verdade é que foi um processo divertido. Eles adoraram e ficaram visivelmente fascinados com a genialidade da sua mãe! Mas, homem, não te inquietes, ao nível da estética, nada se alterou. Os teus rebentos continuam giros nas horas e, claro, que eu não brinco em serviço, sem aquelas bolhas que inevitavelmente se alojam nos manuais escolares! Agora que o inverno espreita acho que até foi uma bela iniciativa. Escusam os miúdos de levar chapéus de chuva e esses acessórios de proteção que, como sabemos, odeiam usar e esquecem-se deles em todo o lado! Desculpa não ter ligado para saber a tua opinião mas, sabes como são estas coisas com as crianças, é tudo para ontem, de maneira que quando vi, tão depressa estava a forrar o último manual de matemática da Maria como já estava o Francisco (quer sempre ser o primeiro) deitado em cima da mesa à espera de ser forrado! Sei que confias em mim no que respeita os trabalhos manuais, de maneira que quando chegares a casa logo vês as minhas obras ... 

 

Ah, e já agora, se me aproximar de ti com o tal rolo de papel autocolante já sabes o que fazer caso não queiras ficar como os teus filhos - run forrest run!! 

 

Beijinhos

Até logo

Cátia 

 

P.S. - pensei em forrar o teu carro mas não tinha papel suficiente!

(😂😂😂 agora sim, assustei-te 😂😂😂)

 

 

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Repetir cromos

Olá bom dia a quem ainda não se enervou com o chefe, no trânsito ou com os filhos queridos!  Pessoas calmas e ponderadas. Como gostava de ser como vocês! Entre não sei quantas refeições por dia, tpc's de férias da Páscoa, saltar à corda, jogar futebol, reuniões na escola ou até mesmo caça aos ovos, devo dizer que I'm still alive e os meus filhos nem sabem a sorte que têm por viverem em paz! 

 

Mas falemos de coisas de adultos (sem bolinha vermelha no canto superior direito, não se empolguem!). Escrevi o post que se segue há um ano mas, como se mantém atual, recordo-o hoje para aqueles que só agora começaram a seguir o blog. Cá vai então o cromo repetido: 

 

Antes de partilhar casa

Li algures por aí, numa revista semanal, que para se ter uma relação feliz, os casais não têm de obrigatoriamente partilhar casa. Uma cineasta canadiana está a rodar um documentário precisamente sobre este tema chamado "Apartners", em português é qualquer coisa como "parceiros à distância". E porque é que a senhora teve esta ideia brilhante? porque basicamente procurava um parceiro no amor, não um companheiro de casa, e porque ela e a sua cara-metade têm ritmos totalmente diferentes, quase incompatíveis debaixo do mesmo tecto! 

 

É precisamente neste ponto, de ritmos diferentes, que as moças casadoiras devem prestar maior atenção, a seguir ao amorrrrrr claro, só para evitar fazer muitas cedências ao longo da relação. Ao início pode ser tudo muito bonito mas depois, vai que o caldo entorna, e não há a mínima tolerância para os tais pontos que vos distinguem. Posto isto, aqui vai uma série de pequenos pormenores que, no decorrer da vida a dois, e na mesma casa, podem fazer toda a diferença:

 

 

A Blogger:

Cátia Santos catiafsantos@hotmail.com

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