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A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

Alguém disse #26

"Talvez não tenhamos um Verão quente que ponha à prova o ministro Eduardo Cabrita. (...) Ele faz sempre tudo de forma aparentemente inatacável, embora nada fique realmente feito. É o caso dos meios aéreos. (...) Estamos em Maio e (...) não tem ainda garantidos os meios necessários para o Verão, mas afirma, todo contente, que o país pode ficar descansado porque, pela primeira vez, vamos ter meios aéreos para combater os fogos o ano inteiro! É como se nos garantisse nadadores-salvadores em todas as praias durante o Inverno ou iluminações de Natal durante o Verão. Como o pior dos pesadelos do Governo é ver repetir fogos como os do ano passado, o ministro vai ter todo o dinheiro que precisar para tudo o que a sua incompetência de gestão não conseguiu resolver a tempo. Claro que vai ter aviões, nem que venham da China ao triplo do preço e fiquem aí estacionados no Natal à espera de apagar fogos." 

 

Miguel Sousa Tavares, Revista E. 

 

 

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Alguém disse #25

"Estamos todos a tornar-nos vegetarianos. Impensável há umas décadas (...) Ainda há meia dúzia de anos um tipo que se "convertia" (atente-se no termo, tipo seita) era vítima de bullying até pelos amigos. Agora é visto com uma certa admiração e inveja, como se tivesse deixado de fumar. (...). Há coisas irritantes. Veja-se os vegansexuais. Para esta corrente, por uma questão de ética, não é aceitável manter relações sexuais com pessoas que comem carne. Nada de marmelada com carnívoros. "Beijar um comedor de carne é como lamber um porco morto, não consigo beijar a boca de alguém que mastiga cadáveres de animais ... somos o que comemos e no sexo há toda uma troca de fluidos corporais" li num texto sobre o assunto. Ganham os comedores de kiwis e avocatos. Agora os prazeres carnais já não se podem chamar assim." 

 

Luís Pedro Nunes, revista E. 

 

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Alguém disse #24

"Obrigado, Mark Zuckerberg, pela tua linda invenção! Agora, pede desculpa pelos "erros" e pelas "negligências", promete "corrigir os procedimentos", adoptar "uma nova política de privacidade dos utentes" ... E, já agora, se fores capaz, mete o génio de volta na garrafa. Apesar de tudo, antes do Facebook, este era o melhor sistema que se tinha inventado para os homens livres."

 

Miguel Sousa Tavares, Expresso. 

 

Há uns tempos escrevi AQUI que não concordava com a sua opinião relativamente às redes sociais. Hoje, e face à polémica da semana, devo dizer que tudo o que sempre escreveu faz mais sentido! 

 

 

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Alguém disse #23

"... a maior parte das pessoas que atravessam períodos de dor psicológica não tem, felizmente, de se socorrer de apoio técnico, recorre aos que lhe estão próximos, à família e amigos. Nem sempre o senso comum nos diz quais são as melhores atitudes perante os outros. Na ânsia de ajudar alguém a sair o mais depressa possível do sofrimento, muitos têm a tendência para o "empurrar" para comportamentos e situações em que possam sentir algum prazer. Normalmente falham e agravam o sentimento de incapacidade para viver uma vida normal.

Por muito próximo que se esteja de alguém que está a sofrer uma perda, nunca seremos capaz de passar do registo intelectual, mesmo que já tenhamos passado por episódios de vida semelhantes. Tentar imaginar o sentir do outro, vivenciar a verdadeira ferida, que tantas vezes a pessoa em sofrimento não quer sarar, porque isso seria uma traição a quem desapareceu, é uma missão impossível. Respeitar a vontade de estar só, respeitar o silêncio, não se sentir atingido quando é claro que estamos a mais, nos momentos em que as recordações invadem o outro, pode não ser fácil, mas a dor tem sempre um lado não partilhável. 

 

Parece quase um caminho sem saídas, cheio de sentimentos de impotência e, por vezes, até de irritação, como quem diz:já chega de choros. Penso que a pior coisa que se pode fazer é julgar o tempo que cada um precisa para voltar à vida...

 

Por muito que nos custe e custa nos primeiros tempos, pensar que conseguimos sobreviver a uma grande perda, o tempo consegue, quase sempre, fazer o seu trabalho de repor o equilíbrio anterior. 

 

Estar na dor com o outro é assim como se fossemos um observador atento e participativo, à medida que somos chamados e desejados. Mas convém estar sempre por perto e não desertar..." 

 

Psiquiatra José Gameiro, revista E. 

 

 

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Alguém disse #22

"Às vezes, quando vejo os eternos sindicalistas da função pública enumerarem as suas sempre renovadas reivindicações, pergunto-me se eles saberão que entre os jornalistas que lhes estendem os microfones estão alguns que ganham 1100 euros por mês em jornais onde não são aumentados há 12 anos e outros que ganham 700 euros a trabalhar em televisões sem serem aumentados há 7 anos. E que não têm nenhum governo que se preocupe com eles nem com o futuro da profissão que desempenham e sem a qual não existe democracia digna desse nome."

 

Miguel Sousa Tavares, Expresso. 

 

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Alguém disse #21

"Se há alguma célula dinâmica que possa fazer renascer a esperança no mundo é o amor. (..) Quero escrever canções que falem daquilo que é positivo, do que é bonito e do que nos pode unir enquanto humanos. Não há nada de mais forte do que o amor, a amizade e o respeito, sendo que os últimos dois são para mim formas de amor."

 

Tozé Brito em entrevista na Revista E. 

 

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Alguém disse #20

"Quando Trump deixar a Casa Branca, e vai ter de acabar por a deixar, terá causado danos irreversíveis na maior potência do planeta. Terá prejudicado, e terminado, a vida de milhões de pessoas, terá destruído ecossistemas, os do ambiente e os da economia (...) terá contribuído para uma maior desigualdade social, terá diminuído e desprestigiado a autoridade do Congresso, terá danificado a reputação dos políticos de carreira e do serviço público, terá feito da mentira uma teoria política, (...) terá incentivado a violência nas classes baixas. (...) Trump é, exclusivamente, lealmente, fanaticamente, por Trump e maior glória de Trump. A imagem de Trump. A fama de Trump. O dinheiro de Trump. O poder de Trump. (...) Trump é, evidentemente, racista e odeia o multiculturalismo."

 

 Clara Ferreira Alves, Revista E, balanço da presidência Trump. 

 

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Alguém disse #19

"Serei Feliz Sem Ti?

... a resposta dá-nos um bom indicador do estado da nossa felicidade ... felicidade e dependência são coisas distintas ... Se não formos capazes de juntar tudo o que de bom sentimos e fazer disso um escudo protetor para o que não controlamos, bem podemos ficar sentados à espera de que nos façam felizes. Amor e felicidade tocam-se, cruzam-se, lutam, podem mesmo ser amigos, mas têm vidas separadas. A felicidade é estarmos à altura do que nos acontece, ninguém o pode fazer por nós." 

 

José Gameiro 

 

Para mais informações clicar em cima da imagem  

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Alguém disse #18

" ... um grupo de jovens chineses ... durante a viagem entre Mykonos e a ilha nunca olharam o céu ou o mar. Estavam afocinhados nos telemóveis ... desembarcámos, olharam em volta com enorme indiferença e continuaram afocinhados nos telemóveis ... Sabe-se que existem na China centros de desintoxicação digital. Os jovens viciados em ecrãs de computador e videojogos ... com prejuízo da vida e da saúde, são coagidos a frequentar campos de concentração onde são sujeitos a privação. O sofrimento da privação é, consta, pior do que o da toxicodependência e as tentativas de suicídio são normais ... esta gente desistiu de viver fora do mundo real e apenas se relaciona de modo virtual ... limitam-se às relações desumanizadas pela tecnologia. 

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 Se pensam que estamos a salvo disto no nosso belo mundo europeu, esqueçam. Basta olhar em volta e ver como as pessoas estão umas com as outras nos cafés e restaurantes ... que o algoritmo da Google está a destruir a memória humana e a tornar-nos estúpidos não tenho dúvidas ... Stupid people com smartphones ... um dia ficaremos a conhecer os danos da luz azul e da tecnologia digital para os nossos cérebros ... um dia viremos a concluir que a intoxicação tecnológica está a dar cabo da nossa fisiologia e da nossa humanidade ... e teremos centros de rehab tecnológica" . 

 

 Clara Ferreira Alves, Revista E. 

 

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