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A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

Alguém disse #27

Sete Novas Palavras:

 

"FOMO - fear of missing out, o medo de ficar de fora, a ansiedade de estar a acontecer qualquer coisa e de ter mesmo de ir ver o que estava a acontecer nas redes, deixou de ser uma curiosidade para ser parte da vida de quase todos.

BROMO - quando os bros, os amigos, não postam há algum tempo.

MOMO - mistery of missing out, o mistério de estar desaparecido, que conta com o facto e presunção de alguém dar pela sua falta.

FOJI - fear of joining in, o medo de regressar, pois não se sabe ao colocar um post se alguém irá fazer like. 

FO-MOMO - é o medo de as pessoas estarem a deduzir coisas erradas por não estar a postar, sendo que essa ausência se deve a motivações externas como, por exemplo, ter ficado sem bateria, logo tecnicamente não há mistério.

SLOMO - slow to missing out, é o terror do agarrado em redes sociais, que equivale ao acordar, ver o seu feed e perceber que de facto aconteceu: os seus amigos divertiram-se mesmo nas suas costas, quando esteve a dormir.

JOMO - joy of missing out, o prazer de estar desligado. O nirvana que alguns, de vez em quando, pensam que existe."

 

O texto completo está disponível na revista E, assinado pelo cronista Luís Pedro Nunes. Nele estão abordadas estas questões do vício, da dependência, do "sobreuso" dos smartphones e do perigo quando utilizado pelos automobilistas nas estradas! Acredito que aí desse lado, já podem ter sofrido (estou mais que incluída neste grupo de viciados) um pouco desta febre do digital, em que olhamos para o telemóvel não sei quantas vezes por dia, respondemos a notificações, postamos fotos, trabalhos, comentamos, fazemos likes, partilhamos sítios novos por onde passámos! Certo é também que somos todos muito "cuscos" da vida que os outros nos mostram e, assim sendo, é difícil parar e controlar esse tal excesso de uso. Falo por mim, obviamente. Muitas são as vezes em que perco a noção do tempo enquanto passeio pelas redes sociais.😩 Ando a tentar "curar-me" deste mal 😀!! 

 

Na última frase do texto, LPN escreve "uma app para acabar com o vício do smartphone ou é uma ironia ou uma inutilidade". 

 

O que acham? 

photo-1520588831435-1529e6d7cf5e.jpegCréditos: Unsplash 

 

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Alguém disse #26

"Talvez não tenhamos um Verão quente que ponha à prova o ministro Eduardo Cabrita. (...) Ele faz sempre tudo de forma aparentemente inatacável, embora nada fique realmente feito. É o caso dos meios aéreos. (...) Estamos em Maio e (...) não tem ainda garantidos os meios necessários para o Verão, mas afirma, todo contente, que o país pode ficar descansado porque, pela primeira vez, vamos ter meios aéreos para combater os fogos o ano inteiro! É como se nos garantisse nadadores-salvadores em todas as praias durante o Inverno ou iluminações de Natal durante o Verão. Como o pior dos pesadelos do Governo é ver repetir fogos como os do ano passado, o ministro vai ter todo o dinheiro que precisar para tudo o que a sua incompetência de gestão não conseguiu resolver a tempo. Claro que vai ter aviões, nem que venham da China ao triplo do preço e fiquem aí estacionados no Natal à espera de apagar fogos." 

 

Miguel Sousa Tavares, Revista E. 

 

 

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Alguém disse #25

"Estamos todos a tornar-nos vegetarianos. Impensável há umas décadas (...) Ainda há meia dúzia de anos um tipo que se "convertia" (atente-se no termo, tipo seita) era vítima de bullying até pelos amigos. Agora é visto com uma certa admiração e inveja, como se tivesse deixado de fumar. (...). Há coisas irritantes. Veja-se os vegansexuais. Para esta corrente, por uma questão de ética, não é aceitável manter relações sexuais com pessoas que comem carne. Nada de marmelada com carnívoros. "Beijar um comedor de carne é como lamber um porco morto, não consigo beijar a boca de alguém que mastiga cadáveres de animais ... somos o que comemos e no sexo há toda uma troca de fluidos corporais" li num texto sobre o assunto. Ganham os comedores de kiwis e avocatos. Agora os prazeres carnais já não se podem chamar assim." 

 

Luís Pedro Nunes, revista E. 

 

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Alguém disse #24

"Obrigado, Mark Zuckerberg, pela tua linda invenção! Agora, pede desculpa pelos "erros" e pelas "negligências", promete "corrigir os procedimentos", adoptar "uma nova política de privacidade dos utentes" ... E, já agora, se fores capaz, mete o génio de volta na garrafa. Apesar de tudo, antes do Facebook, este era o melhor sistema que se tinha inventado para os homens livres."

 

Miguel Sousa Tavares, Expresso. 

 

Há uns tempos escrevi AQUI que não concordava com a sua opinião relativamente às redes sociais. Hoje, e face à polémica da semana, devo dizer que tudo o que sempre escreveu faz mais sentido! 

 

 

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Alguém disse #23

"... a maior parte das pessoas que atravessam períodos de dor psicológica não tem, felizmente, de se socorrer de apoio técnico, recorre aos que lhe estão próximos, à família e amigos. Nem sempre o senso comum nos diz quais são as melhores atitudes perante os outros. Na ânsia de ajudar alguém a sair o mais depressa possível do sofrimento, muitos têm a tendência para o "empurrar" para comportamentos e situações em que possam sentir algum prazer. Normalmente falham e agravam o sentimento de incapacidade para viver uma vida normal.

Por muito próximo que se esteja de alguém que está a sofrer uma perda, nunca seremos capaz de passar do registo intelectual, mesmo que já tenhamos passado por episódios de vida semelhantes. Tentar imaginar o sentir do outro, vivenciar a verdadeira ferida, que tantas vezes a pessoa em sofrimento não quer sarar, porque isso seria uma traição a quem desapareceu, é uma missão impossível. Respeitar a vontade de estar só, respeitar o silêncio, não se sentir atingido quando é claro que estamos a mais, nos momentos em que as recordações invadem o outro, pode não ser fácil, mas a dor tem sempre um lado não partilhável. 

 

Parece quase um caminho sem saídas, cheio de sentimentos de impotência e, por vezes, até de irritação, como quem diz:já chega de choros. Penso que a pior coisa que se pode fazer é julgar o tempo que cada um precisa para voltar à vida...

 

Por muito que nos custe e custa nos primeiros tempos, pensar que conseguimos sobreviver a uma grande perda, o tempo consegue, quase sempre, fazer o seu trabalho de repor o equilíbrio anterior. 

 

Estar na dor com o outro é assim como se fossemos um observador atento e participativo, à medida que somos chamados e desejados. Mas convém estar sempre por perto e não desertar..." 

 

Psiquiatra José Gameiro, revista E. 

 

 

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Alguém disse #22

"Às vezes, quando vejo os eternos sindicalistas da função pública enumerarem as suas sempre renovadas reivindicações, pergunto-me se eles saberão que entre os jornalistas que lhes estendem os microfones estão alguns que ganham 1100 euros por mês em jornais onde não são aumentados há 12 anos e outros que ganham 700 euros a trabalhar em televisões sem serem aumentados há 7 anos. E que não têm nenhum governo que se preocupe com eles nem com o futuro da profissão que desempenham e sem a qual não existe democracia digna desse nome."

 

Miguel Sousa Tavares, Expresso. 

 

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Alguém disse #21

"Se há alguma célula dinâmica que possa fazer renascer a esperança no mundo é o amor. (..) Quero escrever canções que falem daquilo que é positivo, do que é bonito e do que nos pode unir enquanto humanos. Não há nada de mais forte do que o amor, a amizade e o respeito, sendo que os últimos dois são para mim formas de amor."

 

Tozé Brito em entrevista na Revista E. 

 

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Alguém disse #20

"Quando Trump deixar a Casa Branca, e vai ter de acabar por a deixar, terá causado danos irreversíveis na maior potência do planeta. Terá prejudicado, e terminado, a vida de milhões de pessoas, terá destruído ecossistemas, os do ambiente e os da economia (...) terá contribuído para uma maior desigualdade social, terá diminuído e desprestigiado a autoridade do Congresso, terá danificado a reputação dos políticos de carreira e do serviço público, terá feito da mentira uma teoria política, (...) terá incentivado a violência nas classes baixas. (...) Trump é, exclusivamente, lealmente, fanaticamente, por Trump e maior glória de Trump. A imagem de Trump. A fama de Trump. O dinheiro de Trump. O poder de Trump. (...) Trump é, evidentemente, racista e odeia o multiculturalismo."

 

 Clara Ferreira Alves, Revista E, balanço da presidência Trump. 

 

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Alguém disse #19

"Serei Feliz Sem Ti?

... a resposta dá-nos um bom indicador do estado da nossa felicidade ... felicidade e dependência são coisas distintas ... Se não formos capazes de juntar tudo o que de bom sentimos e fazer disso um escudo protetor para o que não controlamos, bem podemos ficar sentados à espera de que nos façam felizes. Amor e felicidade tocam-se, cruzam-se, lutam, podem mesmo ser amigos, mas têm vidas separadas. A felicidade é estarmos à altura do que nos acontece, ninguém o pode fazer por nós." 

 

José Gameiro 

 

Para mais informações clicar em cima da imagem  

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