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A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

Viver com a diabetes

A vida da Marta está ligada à diabetes. Não só por ser uma das maiores (e melhores 😍) investigadoras do nosso país mundo na área das doenças metabólicas como é portadora de diabetes tipo 1. Aconteceu, disse-me ela, que já era especialista na área quando descobriu que as células do seu pâncreas estavam a ser atacadas pelo seu sistema imunitário. A vida pregou-lhe uma partida de mau gosto. Mas a Marta é muito positiva e hoje, com a devida serenidade, acredita que sendo ela tão informada e esclarecida sobre a doença, consegue gerir este "emprego, que não dá para desligar" da melhor forma possível. 

 

Conheço a Marta desde a infância, crescemos na mesma rua aqui na aldeia. Quando a entrevistei, vi nos seus olhos  azuis muito expressivos, enquanto me explicava a diabetes como se eu tivesse 5 anos, a mesma Marta que brincava comigo no baloiço da casa dela. Vi a criança de há muitos anos a partilhar a sua história atual que, de divertida tem muito pouco. Mas a Marta sorria enquanto me explicava os constrangimentos próprios da diabetes. Houve momentos em que me arrepiei, nomeadamente quando o assunto foi ser mãe. 

IMG_3631.jpgMarta Silvestre - especialista em doenças metabólicas (vertente diabetes)

 

A Marta sempre foi uma aluna brilhante, de uma curiosidade insaciável. Ausentou-se da aldeia por longos períodos de tempo, quer para se formar, quer para trabalhar/investigar. Lembro-me de ter ido estudar para o Porto Ciências da Nutrição, de em Lisboa ter feito doutoramento em Ciências Biomédicas, doenças metabólicas e comportamento alimentar. Uma vez, quando já não me cruzava com a Marta por cá há alguns dias, fiquei a saber que tinha ido para Londres fazer um pós doc. A última vez que conseguiu me surpreender foi quando, numa conversa absolutamente banal, a Marta comunicou que ia para ... imaginem ... Nova Zelândia, já ali ao virar da esquina portanto! A Marta é assim, corre atrás dos objetivos e dos sonhos apaixonadamente e as distâncias físicas não passam de um pormenor! Se só na Nova Zelândia é que conseguia fazer intervenção nutricional em pessoas, em vez de fazer em ratinhos, a Marta arrumou a mala e foi viver com o marido para a outra ponta do mundo! 

 

 

Desvalorizar a gripe é um erro

Tendemos a considerar a gripe uma doença menor. Estamos errados. Quem o diz é a farmacêutica Rita Dias numa conversa esclarecedora sobre gripe e os mecanismos de prevenção que temos ao nosso alcance. Porque faz sentido alertar para esta doença numa altura em que muitos portugueses recorrem às farmácias para tomar a vacina da gripe.

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Rita Dias na farmácia da família em São Marcos, Cacém. 

   

O que é a gripe?

A gripe é uma doença respiratória aguda, contagiosa, causada por um virus (influenza) que se manifesta num curto espaço de tempo. 

 

Qual a diferença entre gripe e constipação?

Eu diria que a febre alta é aqui o sintoma que distingue gripe de constipação. A constipação não dá febre alta, é basicamente uma infeção das vias respiratórias superiores ou seja, não desce aos pulmões. Caracteriza-se por espirros, nariz entupido e congestionado, olhos pesados e brilhantes, garganta inflamada. Os sintomas da constipação surgem de forma gradual. Ao passo que a gripe dá febre alta e prolongada, fortes dores de cabeça. Os sintomas da gripe surgem de forma súbita, todos juntos e ao mesmo tempo. 

 

Como se manifesta a gripe?  

 

 

Save the Name - Madalena Simões

Encontrámo-nos na Escola de Iniciação Moto Racing Sintra, onde a Madalena andou de mota pela primeira vez (scooter não conta, diz ela 😀) e atualmente treina duas a três vezes por semana, mediante as provas. Quando lá cheguei já a jovem piloto rodava na pista sob o olhar atento do pai, um dos maiores impulsionadores desta aventura e companheiros de corridas! A Madalena tem 17 anos, é estudante universitária e tem uma paixão inqualificável pelo motociclismo. Disse-me que não consegue explicar muito bem o que sente quando se põe em cima da mota. Ama. É viciada mesmo. 

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Os primeiros dias no infantário

A Guida é educadora de infância nos Jardins-Escola João de Deus há quinze anos. Diz não haver uma "fórmula perfeita, nem receitas iguais para todas as crianças" no que respeita a adaptação à creche ou ao jardim-de-infância. Os primeiros dias são difíceis. Penosos mesmo. Para crianças, pais, educadoras e auxiliares. Há birras, muito choro e o "não quero ir para a escola", durante várias manhãs por um período indeterminado! Nas próximas linhas, irão encontrar as sugestões da educadora Guida Jónatas para que o processo de adaptação ao infantário seja o menos doloroso possível para todas as partes envolvidas. 

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Aconselhas que a entrada, pela primeira vez, de uma criança na escola seja feita de que forma, gradual ou repentina?

Sugiro sempre que a entrada seja gradual. Por exemplo, aconselho que no primeiro e segundo dia a criança fique na escola só durante o período da manhã, almoçar em casa e passar o resto do dia com a família.

 

Viver com a Síndrome de Mowat-Wilson

Sandra e Rui tinham duas hipóteses quando a Síndrome de Mowat-Wilson foi diagnosticada à filha Maria, na altura com apenas um ano de idade. Ou ficavam sossegados à espera que as coisas acontecessem, e não se sabia muito bem o quê pois trata-se de uma doença rara sobre a qual pouco se conhecia; ou trabalhavam no sentido de procurar informação que os ajudasse a dar o acompanhamento adequado à filha.  

 

Escolheram a segunda opção. Preferiram ser ativos. Pesquisar para além do google. Ler, investigar, contactar médicos e terapeutas, ir a conferências nos Estados Unidos, e criar ... recentemente criaram a Associação Síndrome Mowat-Wilson com o objetivo de ajudar famílias de crianças e adultos com esta patologia. A ideia é formar uma comunidade, ser um canal de informação para médicos e famílias de maneira a haver troca de experiências sobre esta doença, para a qual não existe cura. 

thumbnail_35747287_10213908067710532_5142748236267Sandra Calheiros, Maria, Rui Negrão e Francisco.  

 

 

 

Entrevista a Daúto Faquirá

Arranca hoje o Campeonato Mundial de Futebol na Rússia. Portugal estreia-se amanhã frente à seleção espanhola que, apesar das mais recentes alterações no comando técnico, não irá facilitar-nos a vida. Portugal tem "armas e está motivado" disse Daúto Faquirá, numa agradável conversa sobre o que podemos esperar da equipa portuguesa nesta competição.  

IMG_3049.jpgDaúto Faquirá, comentador desportivo. 

 

 

 

Entrevista a Elisabete Jacinto

Tornou-se uma das primeiras mulheres do mundo a terminar o rali Paris-Dakar ao volante de um camião. Aprendeu a estar no universo masculino e a dar constantes provas da sua qualidade. Nem sempre foi fácil, diz. Ainda hoje há quem ache que, por ser mulher, é mais fraca. Elisabete Jacinto não valoriza e responde em pista. Há quem não aprecie as respostas, ou melhor, as ultrapassagens! 

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Visita à Casa Ronald McDonald de Lisboa

"São casas longe de casa. São um porto de abrigo" que acolhem e apoiam gratuitamente familiares de crianças que se deslocam das suas residências para receber tratamento hospitalar.

 

Em linhas muito gerais, e já explico mais pormenores, é este o propósito que serve os três programas da Fundação Infantil Ronald McDonald no nosso país. Sendo eles, esta Casa em Lisboa que hoje vos apresento, uma Casa no Porto e o Espaço Familiar recentemente inaugurado no Hospital de Santa Maria. O objetivo comum é aproximar as famílias às suas crianças e, desta forma, contribuir para o seu bem-estar. 

  

Vamos começar, obviamente, pelo principio, portanto pela porta de entrada ... onde fui recebida por Ana Patacho, gestora da Casa Ronald McDonald de Lisboa. Acompanhem a minha visita guiada: 

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Situada no Largo do Conde de Pombeiro, a apenas cinco minutos a pé do Hospital D. Estefânia, a Casa Ronald de Lisboa acomoda e apoia familiares de crianças hospitalizadas ou em tratamento ambulatório no Centro Hospitalar de Lisboa Central (inclui Hospital D. Estefânia, Capuchos, Santa Marta e Maternidade Alfredo da Costa). É um alojamento temporário em que só existe data de entrada. E por falar em entrada ... 

 

 

 

Entrevista à Dr. Sónia Neves

É psicóloga clínica, especialista em psicoterapia em crianças e adolescentes, e vai dar-nos a sua opinião sobre o polémico programa da SIC - Supernanny. Falamos de um formato televisivo em que uma psicóloga ajuda os pais a corrigir os problemas comportamentais dos filhos. Apesar de ser um sucesso televisivo noutros países, por cá não me parece que a palavra "sucesso" seja a mais apropriada. Falemos então numa acesa polémica em torno do que este programa representa para os seus intervenientes.  

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Com a Dr. Sónia no seu gabinete, no Centro de Saúde de Pêro Pinheiro.  

 

 

Entrevista a Sílvia Lopes

Como sigo de perto e faço parte do grupo de voluntários da iniciativa "Ser Mais Solidária", liderado pela minha amiga Sílvia Lopes, achei por bem fazer-lhe algumas perguntas sobre como decorreram as duas ações de solidariedade social no passado mês. Refiro-me à distribuição de refeições a sem-abrigo e à entrega de donativos a uma instituição de meninas no Gradil. Fiz este pedido de entrevista à Sílvia pois considero importante dar feedback a quem tem contribuído para esta causa e aproveito também para, simultaneamente, apresentá-la a quem lê este blog e ainda não a conhece. Portanto, uma espécie de dois em um! 

26754436_1649031765144666_1770215376_n.jpgA Sílvia Lopes é empresária, barra a contabilidade, casada, tem dois filhos e, se não me engano, tem trinta e tal anos 😁! 

 

 

 

 

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Cátia Santos catiafsantos@hotmail.com

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