Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

"A rádio continua a ser credível"

A Filipa Galrão mostra-nos diariamente o seu lado mais fun e otimista na rádio Mega Hits. Formou-se em jornalismo mas optou pelo entretenimento quando ganhou o casting da Mega para ser repórter no Rock in Rio Lisboa. Desde aí já ninguém a tirou da rádio. E ainda bem. Faz o que gosta e ainda tem momentos em que se diverte à séria. Conversámos sobre a "magia" da rádio como forma de assinalar este Dia Mundial da Rádio. 😍

IMG_3800.jpg

 

Como é hoje um ouvinte de rádio? 

É exigente, independentemente da idade, e volátil, o que hoje é mesmo cool amanhã já não é! Hoje em dia tudo se processa muito rápido e o ouvinte é o reflexo desta realidade. O ouvinte de rádio gosta de ser surpreendido a qualquer momento e a rádio permite-lhe este fator surpresa! Por outro lado, o ouvinte gosta de sentir que está alguém a falar para ele e que, simultaneamente, lhe faz companhia. 

 

Como descreves a "magia da radio"?

 

"Voar faz-me bem"

Ao fim de dois anos do curso de engenharia, o David percebeu que queria ser piloto. O sonho de construir uma ponte ficou suspenso e deu lugar a voos mais altos, literalmente. Hoje em dia faz pontes aéreas. É semelhante 😁. Foi o primeiro da família a formar-se nesta área. Ultrapassou essa barreira e muitas outras. Sente-se profissionalmente feliz como piloto na TAP Express. Adora voar. Encontra paz assim que o avião levanta as rodas do chão. Falta-lhe conhecer Rússia e África do Sul. Se os seus três filhos quiserem ser pilotos ... o melhor é começar a fazer um mealheirozito a partir de ... agora!!  Conversámos sobre o que acontece a bordo dos aviões, perguntei de tudo um pouco. Esqueçam a infeliz teoria de que os pilotos ligam o piloto automático e metem-se a ler o jornal A Bola. Há mínimos! A conduta interna manda ler os manuais dos aviões e não outro tipo de literatura. 🤦‍♀️

26c2730e-2c70-47ec-aa34-839022a5257d.jpgDavid Inácio - piloto. 

 

Consegues recordar a sensação do teu primeiro voo? 

Lembro-me pois, tive imensa vergonha. Não encarei ninguém nesse voo. Quando as pessoas entram no avião os pilotos já estão no cockpit, de maneira que não há muito contato. No meu primeiro voo, por um motivo qualquer, tive de vir à cabine e recordo-me que entrei e saí bem rápido! Hoje em dia não tenho essa atitude, claro, já me sinto mais seguro, essencialmente menos tímido. Se vier à cabine meto conversa, cumprimento as pessoas e brinco com as crianças.

 

Como é um dia de trabalho normal? 

 

Apresento-vos a UNII - Cosmética Biológica

Aproveitar as plantas para fazer bons cosméticos. As irmãs Rita e Cátia Curica partiram desta premissa e criaram a recente Unii -  marca de cosméticos de origem biológica. A procura tem sido elevada e o feedback dos clientes não podia ser melhor. De uma forma geral, cresceu o interesse das pessoas em experimentar e conhecer este tipo de produtos que, segundo a Cátia, são produtos difíceis por serem pouco conhecidos. Por isso, e porque faço parte desse grupo de pessoas cada vez mais despertas para os produtos de origem natural, vim fazer uma visita ao laboratório da Unni e, simultaneamente, aproveitar para divulgar o que de bom se faz aqui por estes lados. 

Venham comigo conhecer a Unii - Organic Skin Food 😍 

IMG_3732_Fotor1.jpgA equipa de engenheiros e Cátia Curica no laboratório Unii. 

 

 

 

Viver com a diabetes

A vida da Marta está ligada à diabetes. Não só por ser uma das maiores (e melhores 😍) investigadoras do nosso país mundo na área das doenças metabólicas como é portadora de diabetes tipo 1. Aconteceu, disse-me ela, que já era especialista na área quando descobriu que as células do seu pâncreas estavam a ser atacadas pelo seu sistema imunitário. A vida pregou-lhe uma partida de mau gosto. Mas a Marta é muito positiva e hoje, com a devida serenidade, acredita que sendo ela tão informada e esclarecida sobre a doença, consegue gerir este "emprego, que não dá para desligar" da melhor forma possível. 

 

Conheço a Marta desde a infância, crescemos na mesma rua aqui na aldeia. Quando a entrevistei, vi nos seus olhos  azuis muito expressivos, enquanto me explicava a diabetes como se eu tivesse 5 anos, a mesma Marta que brincava comigo no baloiço da casa dela. Vi a criança de há muitos anos a partilhar a sua história atual que, de divertida tem muito pouco. Mas a Marta sorria enquanto me explicava os constrangimentos próprios da diabetes. Houve momentos em que me arrepiei, nomeadamente quando o assunto foi ser mãe. 

IMG_3631.jpgMarta Silvestre - especialista em doenças metabólicas (vertente diabetes)

 

A Marta sempre foi uma aluna brilhante, de uma curiosidade insaciável. Ausentou-se da aldeia por longos períodos de tempo, quer para se formar, quer para trabalhar/investigar. Lembro-me de ter ido estudar para o Porto Ciências da Nutrição, de em Lisboa ter feito doutoramento em Ciências Biomédicas, doenças metabólicas e comportamento alimentar. Uma vez, quando já não me cruzava com a Marta por cá há alguns dias, fiquei a saber que tinha ido para Londres fazer um pós doc. A última vez que conseguiu me surpreender foi quando, numa conversa absolutamente banal, a Marta comunicou que ia para ... imaginem ... Nova Zelândia, já ali ao virar da esquina portanto! A Marta é assim, corre atrás dos objetivos e dos sonhos apaixonadamente e as distâncias físicas não passam de um pormenor! Se só na Nova Zelândia é que conseguia fazer intervenção nutricional em pessoas, em vez de fazer em ratinhos, a Marta arrumou a mala e foi viver com o marido para a outra ponta do mundo! 

 

 

Desvalorizar a gripe é um erro

Tendemos a considerar a gripe uma doença menor. Estamos errados. Quem o diz é a farmacêutica Rita Dias numa conversa esclarecedora sobre gripe e os mecanismos de prevenção que temos ao nosso alcance. Porque faz sentido alertar para esta doença numa altura em que muitos portugueses recorrem às farmácias para tomar a vacina da gripe.

45441973_317124602406035_7448822203052720128_n 2.j

Rita Dias na farmácia da família em São Marcos, Cacém. 

   

O que é a gripe?

A gripe é uma doença respiratória aguda, contagiosa, causada por um virus (influenza) que se manifesta num curto espaço de tempo. 

 

Qual a diferença entre gripe e constipação?

Eu diria que a febre alta é aqui o sintoma que distingue gripe de constipação. A constipação não dá febre alta, é basicamente uma infeção das vias respiratórias superiores ou seja, não desce aos pulmões. Caracteriza-se por espirros, nariz entupido e congestionado, olhos pesados e brilhantes, garganta inflamada. Os sintomas da constipação surgem de forma gradual. Ao passo que a gripe dá febre alta e prolongada, fortes dores de cabeça. Os sintomas da gripe surgem de forma súbita, todos juntos e ao mesmo tempo. 

 

Como se manifesta a gripe?  

 

 

Save the Name - Madalena Simões

Encontrámo-nos na Escola de Iniciação Moto Racing Sintra, onde a Madalena andou de mota pela primeira vez (scooter não conta, diz ela 😀) e atualmente treina duas a três vezes por semana, mediante as provas. Quando lá cheguei já a jovem piloto rodava na pista sob o olhar atento do pai, um dos maiores impulsionadores desta aventura e companheiros de corridas! A Madalena tem 17 anos, é estudante universitária e tem uma paixão inqualificável pelo motociclismo. Disse-me que não consegue explicar muito bem o que sente quando se põe em cima da mota. Ama. É viciada mesmo. 

42252253_239461666720576_2570376113763123200_n.jpg

42251638_326027274826970_5527182942092132352_n.jpg

 

 

Os primeiros dias no infantário

A Guida é educadora de infância nos Jardins-Escola João de Deus há quinze anos. Diz não haver uma "fórmula perfeita, nem receitas iguais para todas as crianças" no que respeita a adaptação à creche ou ao jardim-de-infância. Os primeiros dias são difíceis. Penosos mesmo. Para crianças, pais, educadoras e auxiliares. Há birras, muito choro e o "não quero ir para a escola", durante várias manhãs por um período indeterminado! Nas próximas linhas, irão encontrar as sugestões da educadora Guida Jónatas para que o processo de adaptação ao infantário seja o menos doloroso possível para todas as partes envolvidas. 

IMG_3494.jpg

Aconselhas que a entrada, pela primeira vez, de uma criança na escola seja feita de que forma, gradual ou repentina?

Sugiro sempre que a entrada seja gradual. Por exemplo, aconselho que no primeiro e segundo dia a criança fique na escola só durante o período da manhã, almoçar em casa e passar o resto do dia com a família.

 

Viver com a Síndrome de Mowat-Wilson

Sandra e Rui tinham duas hipóteses quando a Síndrome de Mowat-Wilson foi diagnosticada à filha Maria, na altura com apenas um ano de idade. Ou ficavam sossegados à espera que as coisas acontecessem, e não se sabia muito bem o quê pois trata-se de uma doença rara sobre a qual pouco se conhecia; ou trabalhavam no sentido de procurar informação que os ajudasse a dar o acompanhamento adequado à filha.  

 

Escolheram a segunda opção. Preferiram ser ativos. Pesquisar para além do google. Ler, investigar, contactar médicos e terapeutas, ir a conferências nos Estados Unidos, e criar ... recentemente criaram a Associação Síndrome Mowat-Wilson com o objetivo de ajudar famílias de crianças e adultos com esta patologia. A ideia é formar uma comunidade, ser um canal de informação para médicos e famílias de maneira a haver troca de experiências sobre esta doença, para a qual não existe cura. 

thumbnail_35747287_10213908067710532_5142748236267Sandra Calheiros, Maria, Rui Negrão e Francisco.  

 

 

 

Entrevista a Daúto Faquirá

Arranca hoje o Campeonato Mundial de Futebol na Rússia. Portugal estreia-se amanhã frente à seleção espanhola que, apesar das mais recentes alterações no comando técnico, não irá facilitar-nos a vida. Portugal tem "armas e está motivado" disse Daúto Faquirá, numa agradável conversa sobre o que podemos esperar da equipa portuguesa nesta competição.  

IMG_3049.jpgDaúto Faquirá, comentador desportivo. 

 

 

 

Entrevista a Elisabete Jacinto

Tornou-se uma das primeiras mulheres do mundo a terminar o rali Paris-Dakar ao volante de um camião. Aprendeu a estar no universo masculino e a dar constantes provas da sua qualidade. Nem sempre foi fácil, diz. Ainda hoje há quem ache que, por ser mulher, é mais fraca. Elisabete Jacinto não valoriza e responde em pista. Há quem não aprecie as respostas, ou melhor, as ultrapassagens! 

IMG_2964.jpg

 

 

 

A Blogger:

Cátia Santos catiafsantos@hotmail.com

Segue-me:

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D