Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

Ecrãs a Mais. Sexo a Menos. 😳

Esqueçam a ideia de que os jovens de vinte anos fazem muito sexo. Parece que a única coisa em alta nas relações é o minimalismo! Sabiam desta? Confesso que não fazia ideia que assim fosse! Fui apanhada de surpresa. Depois de ler este artigo, percebi que as minhas teorias estão totalmente desatualizadas. O que a idade faz a uma pessoa?!! 

 

É que eu pensava que os jovens eram sexualmente malucos, que se embrulhavam uns nos outros a cada meia hora, precisamente porque são jovens ou somente porque lhes apetecia muuuuuuito. Tinha ideia que hoje em dia era sempre a abrir, sem tabus nem preconceitos, que a juventude podia inclusive gabar-se de um saber de experiência feito! Mas não, não não não não!!! Andava enganada. Não é que isto contribua em muito para a minha felicidade mas uma pessoa gosta de saber o que por aí se anda (ou não) a fazer! 

people-3755342_960_720.jpgPixabay

Pessoas, foquem-se na realidade ...  a libido morreu, vive-se uma recessão sexual. O sexo entre as novas gerações está efetivamente fora de moda. Há ecrãs a mais e contacto físico a menos. Há um vício chamado smartphones, outro chamado Netflix, outro porno digital. Há obsessão na carreira, há apps de engate, privação de sono e mais uns quantos fatores enumerados nestes estudos que defendem a tese de que a libido está efetivamente a extinguir-se! 

 

No meio desta atual tragédia sexual, acredito que já nem existam "friends with benefits", nem curtes, nem o conceito de namoro como a malta da minha idade conheceu! Assim sendo, pessoas dos 35 para a frente, estão a pensar o mesmo que eu, não estão? 

"No meu tempo é que era ..." 😊

 

Sigam o blogue no facebook AQUI e no instagram AQUI (@arapariganaaldeia)

Não me canso de ...

Não me canso de dizer aos meus filhos que os adoro em larga escala, que tenho um grande orgulho neles mas que, efetivamente, não vale tudo, só porque sentem deste lado um colo e uma proteção gigante. Nem sempre sou a mãe que sonhei ser. Aliás, nem sei bem dizer como é que seria este meu papel em sonhos, certo é que não deveria meter berros e castigos (assim como não meteria tablets, telemóveis e playstations). Sei que falho redondamente, que exagero, que tenho dúvidas em diversas circunstâncias, que hesito e reformulo decisões.

 

Não me canso de admitir que falhei, que exagerei, que afinal "a mãe precipitou-se". Não me canso de pedir desculpa na mesma medida que defendo os meus ideais. Digo-lhes montes de vezes "defendam-se, não fiquem calados a assistir a injustiças". Claro que aplicam estes ensinamentos comigo, em casa, quando não me dá jeito nenhum que sejam justos e que pensem pelas suas cabecitas!

 

Não me canso de lhes dizer para cumprirem as obrigações, a todos os níveis. Caso contrário, pode dar-se o caso de acharem que vivem em auto-gestão e, aí sim, é ver o descalabro a acontecer. Não me canso de lhes pedir espaço, que me pôr a mim, e ao pai, no topo das preferências nada tem de egoísmo, porque antes deles cá aparecerem (e que bom é a vida com eles) já existiam duas pessoas e duas agendas distintas, com gostos, vontades próprias, família e amigos a quem é agradável prestar contas. 

IMG_2258.jpg

Sigam o blogue no facebook AQUI e no instagram AQUI (@arapariganaaldeia)

Dos 18 aos 36 foi um pulinho 😄

Lembro-me de andar toda histérica por ir fazer dezoito anos. Convicta de que iria passar a ter total liberdade para fazer tudo o que me apetecesse, sem ter de dar satisfações a ninguém. Achava eu que me iria escapar o trinco e fazer imensos disparates, mais ou menos um por dia, para estragar a média dos anos anteriores. Só que não! Nada disso veio a acontecer com a chegada dos dezoito anos! Os dezoito foram bons, trouxeram efetivamente novidades à minha vida, mas não foram assim essa loucura toda! Talvez porque como sempre tive imensa liberdade, nunca senti necessidade de extravasar, de exceder limites nem de desbravar terrenos sombrios. Era uma miúda da aldeia, num entra e sai de casa constante para ir ter com as amigas. As pequenas cabeças aluadas não faziam grandes asneiras. Pensavam em palermices mas faltava-lhes o arrojo! Eram, de facto, melhores tempos, menos perigosos e mais saudáveis!

 

Por estes dias fiz 36 anos! Pois, passou depressa. Mesmo. Aliás, depressa demais! Não é que eu não goste de fazer anos (a partir de agora só gosto de presentes) mas a sensação de que a vidinha está a passar muito depressa é cada vez maior. Dizia-me um familiar que parece que quantos mais anos temos, mais depressa passam! Tenho exatamente a mesma sensação. Aos dezoito anos tinha uma energia inesgotável. Nem tinha tempo para pensar a longo prazo. Vivia na urgência de fazer tudo ao mesmo tempo. E conseguia. Aproveitar o dia, estudar, estar com amigos, namorar, sair à noite, tudo isto sem ressacas dolorosas! 

 

Aos 36 já não é bem assim. Os sábados à noite estão muito longe da loucura das noitadas. É-me difícil trocar as mantas e o sofá por uma saída a uma disco (ainda se diz disco?). Bebo muito mais chás que bebidas com álcool porque as ressacas estavam a estender-se no tempo com uma crueldade desmedida. Acordo cedo aos domingos porque, lá está, não houve a febre de sábado à noite com gins e afins. Giro lindamente os silêncios porque são muito escassos cá em casa. Não vou ao que não me apetece, faço menos fretes. Elogio cada vez mais os meus. Sou menos livre do que há dezoito anos porque tenho duas pequenas criaturas totalmente dependentes de mim. Facto é que estou bem assim! Mais completa. Se devia ter mais calma e ponderação? A resposta é sim, devia, mas também não posso querer tudo como se tivesse agora dezoito anos, não é?! 

thumbnail_IMG_5207.jpg

Obrigada a todos pelas mensagens de parabéns ♥️. Tive um dia absolutamente normal como bom escorpião que sou! 😍

 

 Sigam o blogue no facebook AQUI e no instagram AQUI (@arapariganaaldeia)

Pequenas contrariedades 😩

Segunda-feira, dezanove de novembro, véspera de fazer 36 anos. Está tudo bem, por aqui está tudo bem ... não fosse ... 

IMG_3581.jpg

 

Para começar, em bom e em grande, não sei se o meu carro chega ao Natal. Está na oficina com prognóstico muito reservado. O mecânico ligou-me a dar o preço de uma peça mas primeiro perguntou-me se eu estava sentada 😩! Resultado: Carro 1 - Cátia 0. 

 

Continuo sem encontrar um professor/explicador de matemática de terceiro ciclo, o que à partida parecia fácil, está portanto a ser um verdadeiro problema. Percebi agora que não há professores de matemática assim tão disponíveis para aulas de apoio. Resultado: Cátia 0 - Professor Matemática 0. 

 

A pré ou a adolescência, ou lá o que isso se pode chamar, chegou, viu e quer vencer ... mas bate de frente comigo every single day e ao fim de semana com mais intensidade/atividade. Resultado: Filhos 2 - Cátia a sair do negativo (quase de rastos). 

 

O querido cão cá anda na sua despreocupada vidinha. Come, salta, dorme, volta a saltar e mantém-se a destruir tudo o que está ao seu alcance. Está a ganhar-me por muitos pontos! 

 

Há uma pequena neura acumulada que se apoderou da minha pessoa, nada de grave, tudo coisas possíveis de se resolver! Apesar de haver dias que incapacita, bloqueia mesmo os pensamentos positivos, noutros não tem peso nem expressão e até permite beber café e dizer bom dia às pessoas! 

  

Boa semana a todos 😍, amanhã é uma Cátia mais velha que vos fala! 

 

 Sigam o blogue no facebook AQUI e no instagram AQUI (@arapariganaaldeia)

Parcerias encapotadas

Recebo alguns mails de empresas a solicitarem parcerias com o meu blog. Aproximam-se com a bem intencionada conversa de que leram a temática do blog e gostaram e pareceu-lhes interessante e bem disposto e blá blá blá. Assim um monte de elogios gratuitos que, obviamente, fazem-me ficar com a pulga atrás da orelha! É que até hoje ninguém me procurou para me dar absolutamente nada, de maneira que esta rapariga já aprendeu várias coisas na sua vida e já não se deixa iludir por "colaborações baseadas em troca de links".  Então é assim: eu dedico tempo a escrever textos, a entrevistar pessoas e a pensar em temas e há "empresas/marcas" que até gostam (ou dizem gostar) então, vai daí e querem a sua marca aqui publicitada a custo zero! Estão a ver a ideia? 

 

Não, meus queridos, isso não vai acontecer neste blog. Tenho pena!! Confesso que até fico ofendida por receber este tipo de "propostas"! Como o espaço é gerido por mim, tenho total liberdade para partilhar as marcas que eu entender. Ou porque me são próximas, ou porque as conheci e recomendo ou por outro motivo qualquer que eu entenda que o deva fazer. Por exemplo, neste momento estou a preparar um post sobre um projeto de duas pessoas que me são muito queridas. Ninguém me pediu para o fazer. Irei divulgar porque quero, gosto e porque me identifico. Não por imposição ou por troca de links de marcas que eu nem sequer conheço e ainda por cima a custo zero!

 

Tenham paciência! 

IMG_3627_Fotor.jpg

A camisa tem vinte anos e é daqui; a saia daqui; as botas daqui; os brincos daqui; o cabelo precisa das mãos desta miúda simpática.

 

Estão a ver a ideia?  

 

   Sigam o blogue no facebook AQUI e no instagram AQUI (@arapariganaaldeia) 

Lixo pelas ruas da aldeia

Reduziram drasticamente as recolhas de lixo nos contentores da minha aldeia. Desconheço os motivos que levaram ao asqueroso quadro atual. O que sei é que há um descontentamento generalizado por parte da população que se tem traduzido em telefonemas, queixas e pedidos às entidades responsáveis por forma a evitar que estas "lixeiras a céu aberto" continuem a fazer parte da paisagem! 

 

A situação que se vive neste momento por aqui e por outras aldeias vizinhas ultrapassa os mínimos aceitáveis! Os contentores do lixo não só estão cheios, atulhados ao ponto das tampas nem fecharem, como em redor há uma imunda montra de lixo das mais variadas espécies. Basta dar-se uma volta pelas ruas para vermos, junto aos contentores, colchões velhos, móveis estragados e partidos, cadeirões, sofás etc etc etc. Sei de casos de pessoas que contactaram as entidades responsáveis para agendar a recolha e que a mesma não aconteceu como previsto, ou seja, os tais "monos" ali ficaram na rua cerca de um mês!  

 

Para além do inadmissível volume de lixo de que vos falo, convém ainda salientar que a limpeza/lavagem dos contentores também não está em dia! Eu já me tinha apercebido do cheiro pestilento dos caixotes que servem aqui a minha rua mas ainda este fim-de-semana um colega falava no assunto e creio que é geral. Há efetivamente falta de desinfeção dos contentores!! Cheira verdadeiramente mal mesmo quando os contentores estão vazios! 

 

Numa breve pesquisa que fiz antes de escrever este post, percebi que há notícias a dar-nos conta de que o problema da não recolha dos lixos com a frequência expectável foi assumido pela Câmara Municipal de Sintra e que tudo está a ser feito para que a situação normalize. Inclusive está em vigor a aplicação de coimas e apreensão de veículos aos espertos que forem apanhados a despejar lixo em locais que não são para esse efeito.

 

Eu continuo a achar urgente centrarem-se no aumento da periodicidade das recolhas dos lixos, na limpeza e desinfeção dos contentores e no cumprimento da agenda de levantamento dos "monos" em vez de seguirem o caminho das coimas! Mas, enfim, eu não mando nada!

 

Por uma questão de saúde pública, vamos aguardar pacientemente as boas práticas camarárias.  

41416054_2024322994298834_4057664868222763008_n.jp

41425655_2024322940965506_9086824207492317184_n.jp

41490560_2024322397632227_3982910760572420096_n.jp

 

   Sigam o blogue no facebook AQUI e no instagram AQUI (@arapariganaaldeia) 

Praxes - a estupidificação da universidade

Ao início de cada ano letivo vem à baila o asqueroso (para mim) assunto praxes académicas. Há quem as defenda, considerando-as o melhor veiculo de integração dos novos alunos nas universidades e há quem, como eu, as deteste e as considere tremendamente patéticas e pouco dignas do ensino superior. Confesso que já nem me lembro a forma como decorreram as praxes no meu ano de caloira. Sinal de que não escrevo hoje como uma criatura altamente traumatizada com os ditos rituais. De lá para cá a minha opinião sobre as praxes não mudou. Continuo a considerar aquelas tradições meras imbecilidades, levadas a cabo por criaturas com uma mente parola! Faltava-me paciência para as fantochadas dos quase licenciados e, por isso, achavam eles, bastante superiores a quem ali estava pela primeira vez! 
 
A tragédia ocorrida na praia do Meco, que levou à morte de seis jovens universitários, levantou uma onda de indignação em torno das praxes académicas violentas. Lembro-me de na altura ouvir a Dr. Maria José Morgado referir-se às praxes como a "estupidificação da universidade". Não podia estar mais de acordo com as palavras desta senhora. Acreditem que de todos os exemplos de praxes que já me passaram pela frente, até hoje, não consigo retirar qualquer tipo de conceito inclusivo aos novos alunos, nem de graça, nem de nada! É mesmo só estúpido! 
 
Se eu hoje fosse para a universidade e nos primeiros dias me aparecessem meia dúzia de palermas com ideias ainda mais palermas que eles a exigir que eu participasse em praxes, não tenho a menor dúvida que me recusava a alinhar em tais andanças (com penicos na cabeça ou suja de lama até à roupa interior). Porque efetivamente não me identifico com nada do que é feito naqueles ajuntamentos e porque o resultado daquilo é, por norma, igual a zero! Portanto, pondo-se o caso de não haver aulas, não seria opção ficar envolta em imbecilidades da vida académica!
 
E vocês caloiros destas universidades, porque não recusam as praxes? Expliquem-me. Porque têm medo? De represálias? A sério? Isso existe? 

cartaz-praxe_dges2016.png (DGES

 
Sigam o blogue no facebook AQUI e no instagram AQUI (@arapariganaaldeia) 

Transportes escolares ajustados aos horários escolares

A minha intenção não é mudar o mundo (até porque deve dar uma trabalheira dos diabos), nem tão pouco que me espetem o rótulo de ativista rebelde. Agora, não me peçam para viver conformada com tudo o que me apresentam porque não faz propriamente o meu género. Não tenho feitio para ser daquelas pessoas do tanto se me dá como se me deu, principalmente quando se trata de assuntos relacionados com os meus filhos.

 

Polémica da semana: horários dos transportes escolares Mafra/Portela de Sintra e Portela de Sintra/Mafra. 

school-bus-1563493_960_720.png(Créditos: Pixabay)

 

Lancei no facebook (se não me seguem, devem faze-lo aqui antes que o facebook morra de vez) a questão a pais de crianças que utilizam a transportadora Mafrense no trajeto casa/escola e vice-versa e percebi que também eles não estavam a perceber o porquê dos horários terem sido mudados, para pior!  Portanto, não me senti sozinha, o que é sempre bom, que se for para reclamar convém estarmos em número! Acontece que toda a raia que está a dar com os horários dos transportes traduz-se em ... ora os alunos chegam atrasados às aulas de manhã, ora ficam uma hora à espera do autocarro depois das aulas, diariamente! 

 

 

 

Não somos todos fotógrafos

A fotografia está para o meio digital como os livros estão para o nosso presidente Marcelo! Quem se movimenta neste meio sabe que deve considerar a fotografia parte integrante e essencial do seu trabalho. Para isso, convém munir-se de ferramentas que permitam melhorar esse lado mais visível.  

 

Disto já me consciencializei, admito que até foi um processo relativamente rápido! Mas, daí, a conseguir efetivamente fotografias de qualidade vai um passo de gigante!! Ando a esforçar-me. Não está fácil! Mesmo recorrendo a todo o tipo de app's disponíveis no iphone e no computador, dou por mim, mais vezes do que aquelas que deveria, insatisfeita com o resultado final das minhas fotografias! Quando sou eu a fotografar, é o desastre completo: péssimos ângulos, sombras, desfocados, ... quando me fotografam, há sempre aquele eterno desconforto de não saber para onde olhar ou enfiar as mãos, se é preferível rir ou esconder os dentes, se fingir ar pensativo ou mostrar que a vontade é só saltar dali para fora! 

IMG_3584.JPG

 

Não que algum dia o desconsiderasse mas, dou cada vez mais valor ao trabalho dos fotógrafos. Não basta uma boa máquina, nem mesmo uma boa paisagem ou um excelente modelo. Há que saber conjugar uma série de fatores para que a fotografia seja uma "g'anda chapa", para que passe mensagem. A este ponto sei que não consigo chegar! Neste momento, ando a "trabalhar" para que vocês, desse lado, possam um dia pensar que não fui eu que pus o dedo em determinadas fotografias que publico nas minhas redes sociais. Porque só vos digo #nãosomostodosfotografos mesmo conseguindo dar mais ou menos exposição, realces, temperatura ou saturação! Isto não é assim tão básico como eu gostava que fosse 😄! 

 

E vocês, que truques utilizam para as fotografias deixarem de ter aquele ar de desmazelo? 

 

 

  Sigam o blogue no facebook AQUI e no instagram AQUI (@arapariganaaldeia) 

Exercício físico em grupo faz-me bem

Apetecia-me retirar mais prazer do exercício físico. Juro que gostava mesmo de ter um terço da força de vontade das miúdas todas fits que, na vida real e não só no Instagram, treinam diariamente! Também eu queria ser assim, uma mana Patrocínio que às 7 da manhã está no ginásio a dar tudo, em família, e não há cá desculpas de não ter onde deixar a criançada. Também eu queria saber enfardar suplementos alimentares da Prozis e dar-vos o meu código de desconto! Também eu queria abdominais definidos, um corpo bem sarado, a mente sã ... na verdade eu queria tudo mas há um muro de cimento quase intransponível chamado preguiça e portanto isto só lá vai, com uma mudança radical de mentalidade relativamente à prática desportiva! Ando portanto a ganhar inspiração e coragem, só faltam dias de sol!😩😩 Ou não!!!

 

Mas, eu já sabia, e agora confirmei, não estou sozinha neste imbróglio de ser pouco dada ao exercício físico. As colegas aqui da aldeia também não se mexem há, tipo, vinte anos!!!!!!!! Coisa pouca, então vejam só, a Expo 98 parece que foi ontem, não é verdade? Há uns dias reunimos e chegámos a uma brilhante conclusão: a gente tem de se mexer! É que os trinta e muitos já pesam consideravelmente nas pernas de todas! 

pexels-photo-258395.jpegCréditos: Pexels 

 

O caminho é este, andamos a mexer-nos que isto em grupo custa muito menos. Corremos, fazemos uns exercícios sob as ordens da filha de uma amiga, falamos, corremos mais um bocadito, voltamos a conversar e tentamos jogar à bola. No fundo e o que interessa é que lá nos vamos mexendo e no fim, sabem, no fim sentimo-nos lindamente apesar do cansaço! Claro que há câimbras, contraturas e ruturas de ligamentos, que isto é material muito enferrujado, se não houvesse é que era de admirar, mas depois também há um fisioterapeuta e toda uma vasta gama de Voltaren à venda nas farmácias aqui na zona! Estamos seguras, portanto!! 😂😂

 

E por aí, há preguiça? Que truques usam para a fintar? Também optam por fazer exercício físico em grupo ou preferem e conseguem motivação para fazerem sozinhos? 😍

 

Sigam o blogue no facebook AQUI e no instagram AQUI (@arapariganaaldeia) 

A Blogger:

Cátia Santos catiafsantos@hotmail.com

Segue-me:

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D