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A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

A Rapariga no Natal

Este Natal, à semelhança de tantos outros, decorreu dentro da normalidade e do tradicional ou seja, mais uma vez houve enfardamento, mesmo! Hoje estou com a sensação que abusei nas entradas, nos pratos principais, nas sobremesas, na água, no vinho! Até acho que não fui comedida na hora de por perfume!

Todos os anos penso que o próximo Natal vai ser diferente em matéria de misturas, que tem de haver regras e mais discernimento na hora de usar um prato gigante para as sobremesas!

O meu pequeno organismo tem uns dias para recuperar de tamanhas atrocidades e depois.... e depois "mete-se" a passagem do ano, que considero não menos agressiva para a minha cabecinha. 

 

Bem, mas à parte de todos estes excessos que insisto em não abdicar, o Pai Natal trouxe muitos presentes até à minha casa. Esqueceu-se de alguns dos meus pedidos, mas isso foi um pormenor sem qualquer importância, uma vez que acudiu aos desejos dos meus filhos e eu vi-os vibrar e gritar de alegria.

A minha pequena Maria falou russo, moldavo ou ucraniano (não sabemos) enquanto abria os embrulhos, tal era a euforia. Ela devia estar com sérios problemas em construir frases que exprimissem o que estava a sentir, de maneira que saíram palavras desconhecidas da família!

O meu pequeno Francisco, que por norma quer sempre mais, mais e mais, este Natal não fugiu à regra e depois de abrir todos os presentes pediu MAIS. Um insatisfeito este meu pequeno. 

 

A verdade é que este ano o Pai Natal foi muito generoso com as crianças pois sabe que o esforço e o empenho escolar devem ser recompensados. O filho mais novo ansiava por este momento para ter as suas tartarugas ninja que fazem uma série de acrobacias e os Invizimals; a filha mais velha ambicionava as bonecas Bratz e um quadro para brincar às professoras. O Pai Natal lembrou-se ainda de oferecer a PlayStation 4, chegou em modo "a rainha da noite" e claramente que está a fazer as delícias das crianças e do pai das crianças. Receberam roupas que, para eles, não conta para estatística! Só quem dá o devido valor a roupa sou mesmo eu!

 

Aqui a rapariga fica sempre muito feliz quando recebe maquilhagem, perfumes e cenas para se "kitar", de maneira que este ano foi fértil nestes artigos. Confesso que senti falta de desembrulhar um livrinho, mas o Pai Natal deve saber que As Flores de Lótus têm cerca de seiscentas páginas e ainda só li duzentas! Foi simpático e não quis pressionar-me!!!

 

Espero que no próximo Natal se repitam todas estas proezas, sempre recheadas de vontade de celebrar.

Que continue a existir um verdadeiro conflito de gerações entre mim e a minha mãe que tem a mania que sabe cozinhar melhor do que eu! 

 

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