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A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

Alguém disse #26

"Talvez não tenhamos um Verão quente que ponha à prova o ministro Eduardo Cabrita. (...) Ele faz sempre tudo de forma aparentemente inatacável, embora nada fique realmente feito. É o caso dos meios aéreos. (...) Estamos em Maio e (...) não tem ainda garantidos os meios necessários para o Verão, mas afirma, todo contente, que o país pode ficar descansado porque, pela primeira vez, vamos ter meios aéreos para combater os fogos o ano inteiro! É como se nos garantisse nadadores-salvadores em todas as praias durante o Inverno ou iluminações de Natal durante o Verão. Como o pior dos pesadelos do Governo é ver repetir fogos como os do ano passado, o ministro vai ter todo o dinheiro que precisar para tudo o que a sua incompetência de gestão não conseguiu resolver a tempo. Claro que vai ter aviões, nem que venham da China ao triplo do preço e fiquem aí estacionados no Natal à espera de apagar fogos." 

 

Miguel Sousa Tavares, Revista E. 

 

 

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Mãe na bola.😁 Bola na Mãe.😁

Para assinalar o dia de domingo, uma mãe aqui da aldeia lembrou-se de sugerir que organizássemos um jogo de futebol contra a equipa dos nossos filhos. E que bela sugestão! A ideia ganhou mães adeptas e, conforme combinado, apresentámo-nos em campo no Dia da Mãe, equipadas a rigor, capazes de dar um verdadeiro show de bola! ⚽️😍

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Mas a criançada deu luta. Ó se deu! Tenho para mim que correram mais do que em qualquer outro jogo só para provarem que são efetivamente melhor que nós! Ora, nós somos mães deles, sabemos dos seus elevados níveis de espetacularidade. Era pois de evitar fazerem-nos correr tanto debaixo daquela temperatura 🌞🌞!! E por falar em calor, temi o pior ... em alguns momentos a minha vontade era atirar-me para o chão e fingir-me adormecida tal era o cansaço físico!

 

Perdemos. Como de resto já esperávamos 😄. Mas saímos de consciência tranquila porque fizemos tudo o que estava ao nosso alcance para ganhar, e quando digo tudo é mesmo tudo, como: subornar o árbitro, simular faltas, agarrar na bola, como no râguebi, e fugir em direção à baliza adversária, pedir a ajuda do público, repetir penáltis até marcarmos ...  e, ainda assim, depois de todas estas trapalhadas, não conseguimos ganhar aos miúdos 😩!!!! Mãe sofre! 😩

 

A nossa vitória foi vê-los tão felizes! ❤️

 

Obrigada a todos os que permitiram que este convívio fosse possível.

Obrigada mães, filhos, treinadores e árbitro! 

 

Foi giro a valer !  😍

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(hoje estou em recuperação, ou seja, não me mexo sem largar um "Ái as minhas pernas😩")! 

 

 

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Perdidos na Perda

Ninguém gosta de falar do que perdeu. É-nos muito mais fácil falar do emprego novo, do carro novo, do amigo novo. É assim a nossa natureza. Varremos as tristezas para debaixo do tapete e deixamo-las assombrar-nos apenas no escuro quente da nossa cama, onde nos habituamos a chorar baixinho. Como se chorar fosse uma coisa terrível, e não algo inerente à nossa condição humana. Por isso, os nossos filhos, ou alunos quando choram, sentem que estão a fazer algo errado. Algo que nem os professores, nem os pais fazem. Ou não.

 

Admito. Sou uma chorona. E acredito que o facto de ser assim, me ajuda a ser melhor pessoa, mais bem resolvida. Já chorei inclusivamente em frente a pais e alunos, na festa de final de ano de uma escola onde trabalhei durante nove anos. Sempre que os alunos finalistas atuavam, depois de termos passado quatro anos juntos, chorei. Numa dessas vezes, eles saíram do palco e vieram abraçar-me. Só de pensar nisso, e já passou algum tempo, tenho os olhos rasos de lágrimas.

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Mas raramente pensamos que os miúdos, na sua existência tão pequenina, também perdem muitas coisas e pessoas. E que têm o direito de sofrer por elas. De chorar pela professora favorita. Pelo melhor amigo que foi viver para Angola, ou que simplesmente já não quer brincar com ele. Por não ter sido convocado para o jogo. Pelo gato, pelo cão e inevitavelmente um dia, pelo avô, pelo pai. Nada na vida nos prepara para essas situações, mas elas fazem parte do que se chama estar vivo e não me parece nada bem tentar fazer com que esteja tudo bem, quando na realidade, está tudo mal. Não será até desumano privarmos as crianças dessa dor?

 

Não lhes digamos que tudo vai voltar ao normal, quando sabemos que nada volta a ser igual. Ensinemos-lhes a aceitar a dor dessa perda, seja ela qual for. Falemos dela. Falemos até não haver mais nada para falar. Choremos até não haver mais nada para chorar. Ou então desenhemos até, como sugere a Sandra Fartaria no seu mais recente livro ‘Avossauro’. Mas não façamos nunca de conta que está tudo bem. Porque não está.

 

Vivemos numa sociedade demasiado ocupada para termos tempo de ajudar a curar alguém. Mas os nossos meninos merecem esse tempo e acima de tudo, merecem saber que têm o direito a estar tristes até voltarem a estar felizes de novo. Porque se o soubermos fazer, é isso que acaba por acontecer. Uma perda bem resolvida ajuda-nos a crescer, a encontrarmo-nos. Uma perda despachada com ‘cola cuspo’ fica para sempre, fica-nos ficar perdidos para sempre.

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Sónia Vaz

Dilemas de uma Mãe

Há momentos em que me sinto terrivelmente confusa no papel de mãe, a precisar de alterar as regras em pleno jogo, o que nem sempre é bem aceite pelos meus filhos. O que funciona na perfeição com ela, por norma, não funciona com ele. O fim pode até ser o mesmo mas o caminho tem de ser obrigatoriamente diferente, quase que negociado! Umas vezes deixo-me ir na "boa onda" e apetece-me ser uma mãe cool, branda, amiga deles. Outras vezes, sinto que estou a ser demasiado exigente, que só mando tomar banho, cortar unhas, comer e estudar. Num minuto estamos os três a rir de disparates. No minuto seguinte, ele chateou-se com ela, ela amuou com ele e eu ralhei com os dois! Eles olham para mim e acham "esta hoje passou-se!". Só acham, não chegam a dizer quando o caso é bicudo! Num só dia, e para perceberem como esta grandiosa tarefa de ser mãe é confusa, posso sentir que estou a sair-me maravilhosamente bem neste papel de cuidadora e na hora seguinte tudo muda e eu não passo de uma fraude a quem roubaram a paciência! Esquizofrenia total! Quando vejo que estou a acertar na fórmula "quase mágica" capaz de gerir estes feitios todos muito especiais, eles crescem mais um bocadinho e eu sinto que voltei à estaca zero! 

 

Posto isto, queridas mães imperfeitas podem juntar-se a mim nesta tarefa maior, arrebatadora e, simultaneamente confusa, que é SER MÃE!  

 

Desejo-vos um maravilhoso Dia da Mãe ❤️

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O meu cão é mais esperto que o teu

Passámos a contar com mais "um" para comer (já haviam cá poucos!). Ainda estamos todos em processo de adaptação. Nós a ele e ele a nós e à nossa casa. Ele é um cachorrinho muito fofo e meigo, que, basicamente, só trata de comer, dormir sestas, roer tuuuuuuudddoooo, e fazer MUITOS cocós e xixis. Isto não seria problema se o bicho tivesse nascido ensinado como este da imagem ... 

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Mas como não é o caso, repito, NÃO é o caso, a minha vida nestes últimos dias tem sido limpar cocós e xixis e, como sabem, não é agradável! 

 

Ah, estou bastante recetiva a todo o tipo de dicas úteis 🐶

 

Vou dando notícias do nosso pequeno novo amigo 🐶 e de como estamos verdadeiramente encantados com a presença dele nas nossas rotinas!

 

 

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Cátia Santos catiafsantos@hotmail.com

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