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A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

Sugestão Saudável (92)

Post escrito pela nutricionista Liliana Janicas 

 

Avaliação Nutricional e Obesidade!

 

Já alguma vez fez uma avaliação nutricional? Nunca fez? Ou Já fez há alguns anos? 

 

Gostava de lhe sugerir uma avaliação nutricional em Março ou Abril de 2018! É muito simples, importante e pode ser uma excelente maneira de melhorar ou prevenir complicações metabólicas!

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Uma avaliação nutricional consiste em conhecer o seu peso, IMC (índice de massa corporal), % de massa gorda, % água, massa muscular, PC (perímetro cintura) e PA (pressão arterial). Só conhecendo estes valores consegue perceber se estão dentro dos valores recomendados.

 

É sempre aconselhável fazer uma avaliação nutricional para saber se está com um peso adequado ou se está com excesso de peso/Obesidade. O perímetro da cintura (PC) é outra medida utilizada especialmente como indicador da gordura visceral. O PC não se associa com o risco de complicações metabólicas quando inferior a 80cm na mulher e 94cm no homem, havendo um risco elevado de complicações quando o valor do PC é superior. Se as medidas do PC forem superiores a 88cm nas mulheres e 102cm nos homens, o risco é consideravelmente mais elevado. Também é muito importante que conheça a % de massa gorda existente no seu organismo!

 

A Obesidade é reconhecida como um dos problemas mais importantes de saúde pública que o mundo enfrenta atualmente. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), pode ser definida como uma acumulação excessiva de gordura corporal que pode comprometer o estado de saúde. É uma doença crónica, de origem multifatorial e está associada a inúmeras doenças. Em Portugal, a prevalência do excesso de peso continua a aumentar e é alarmante, atingindo já 63,8% nos homens e 54,6% nas mulheres,e a obesidade apresenta indicadores de prevalência superior a 20% em homens e mulheres portuguesas.

 

O importante é tentar manter o peso dentro do intervalo do IMC considerado “normal”, e tentar manter os restantes parâmetros dentro dos valores recomendados, de modo a melhorar a sua saúde, diminuir o risco de várias doenças relacionadas, aumentar a auto-estima e o bem estar. 

 

Se quiser ganhar uma avaliação nutricional grátis: 

- comente “eu quero” neste post na página do FB da Nutricionista Liliana Janicas

envie um mail para lilianajanicas@gmail.com.

 

Cuide de si e da sua saúde 😁

 

Cumprimentos saudáveis,

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Liliana Janicas

Alguém disse #23

"... a maior parte das pessoas que atravessam períodos de dor psicológica não tem, felizmente, de se socorrer de apoio técnico, recorre aos que lhe estão próximos, à família e amigos. Nem sempre o senso comum nos diz quais são as melhores atitudes perante os outros. Na ânsia de ajudar alguém a sair o mais depressa possível do sofrimento, muitos têm a tendência para o "empurrar" para comportamentos e situações em que possam sentir algum prazer. Normalmente falham e agravam o sentimento de incapacidade para viver uma vida normal.

Por muito próximo que se esteja de alguém que está a sofrer uma perda, nunca seremos capaz de passar do registo intelectual, mesmo que já tenhamos passado por episódios de vida semelhantes. Tentar imaginar o sentir do outro, vivenciar a verdadeira ferida, que tantas vezes a pessoa em sofrimento não quer sarar, porque isso seria uma traição a quem desapareceu, é uma missão impossível. Respeitar a vontade de estar só, respeitar o silêncio, não se sentir atingido quando é claro que estamos a mais, nos momentos em que as recordações invadem o outro, pode não ser fácil, mas a dor tem sempre um lado não partilhável. 

 

Parece quase um caminho sem saídas, cheio de sentimentos de impotência e, por vezes, até de irritação, como quem diz:já chega de choros. Penso que a pior coisa que se pode fazer é julgar o tempo que cada um precisa para voltar à vida...

 

Por muito que nos custe e custa nos primeiros tempos, pensar que conseguimos sobreviver a uma grande perda, o tempo consegue, quase sempre, fazer o seu trabalho de repor o equilíbrio anterior. 

 

Estar na dor com o outro é assim como se fossemos um observador atento e participativo, à medida que somos chamados e desejados. Mas convém estar sempre por perto e não desertar..." 

 

Psiquiatra José Gameiro, revista E. 

 

 

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