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A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

Entrevista à Dr. Sónia Neves

É psicóloga clínica, especialista em psicoterapia em crianças e adolescentes, e vai dar-nos a sua opinião sobre o polémico programa da SIC - Supernanny. Falamos de um formato televisivo em que uma psicóloga ajuda os pais a corrigir os problemas comportamentais dos filhos. Apesar de ser um sucesso televisivo noutros países, por cá não me parece que a palavra "sucesso" seja a mais apropriada. Falemos então numa acesa polémica em torno do que este programa representa para os seus intervenientes.  

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Com a Dr. Sónia no seu gabinete, no Centro de Saúde de Pêro Pinheiro.  

 

 

Uma Macaca na Cidade (53)

#FUTUREISFEMALE

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Mulheres (e homens!) voltaram a marchar, no passado fim de semana, em várias cidades dos EUA, com uma missão clara www.womensmarch.com/mission: em prol de uma sociedade sem desigualdades de género/raciais ou de qualquer outra espécie, em que TODAS (TODAS, sem exceção!) as mulheres sejam efetivamente LIVRES.

 

Esta foi a segunda ação do género em terras do tio Sam e, de ambas as vezes, as redes sociais foram inundadas com imagens das manifestações pacíficas, nomeadamente dos cartazes mais originais que desfilaram nas ruas. Anónimos e figuras públicas marcharam lado a lado e mostraram que “coisas extraordinárias podem acontecer quando as mulheres se unem”.

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O facto de este movimento coincidir com a data de tomada de posse de Donald Trump como presidente dos EUA não é, de todo, inocente. A administração norte-americana tem sido pródiga não só num discurso, mas também na adoção de medidas misóginas, xenófobas e racistas. No decorrer da campanha eleitoral, Trump chegou a ser acusado de conduta imprópria, assédio e agressão sexual por várias mulheres, porém nunca chegou a ter que responder por estas acusações perante a Justiça.

 

Eu confesso que se vivesse nos EUA não perderia a oportunidade de participar na Womens March que – associado a movimentos como o #MeToo, cujas mulheres que o representam foram eleitas pela revista Time como Personalidade do Ano de 2017 – estão a abanar as fundações da sociedade, no bom sentido!

 

A meu ver, algo está (finalmente) a mexer/mudar e isso – por si só – já é fascinante! Para mim, a cereja no topo do bolo vai ser quando o #MeToo levar à destituição do Trump! (deixem-me sonhar por favor…).

 

Não é de feminismos bacocos que se trata quando hasteamos a bandeira #futureisfemale… É de igualdade, que se trata! E de liberdade. Porque ainda há um longo caminho a percorrer até entenderemos que estamos nisto juntos e não uns contra os outros (sejamos homens, mulheres, trangenders, muçulmanos, católicos, brancos, pretos, índios, gays, heterossexuais, republicanos, democratas, whatever…).

 

Beijos e cuidem-se.

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MGPC

Aquela inveja pouco saudável

Contextualizando ...  ela num aniversário com as amiguinhas para o qual ele não foi convidado. Para mim, uma coisa absolutamente normal pois cada um tem o seu grupo de amigos e direito ao seu espaço e tempo de diversão sem o mano/a por perto. Para ele, nem sempre é assim tão normal. Aceita bem mas, no fundo, fica lá dentro qualquer coisa a moer! De maneira que, à medida que vai ficando mais crescido, as reações vão sendo também elas mais apuradas ... 

 

Ele: Então Maria, como correu a festa de meninas (revirando os olhos de tédio)?

Ela: Foi muito gira. Divertimo-nos imenso. 

Ele: E vocês por acaso correram, saltaram ou jogaram à bola na rua?

Ela: Não. Estava frio na rua e ficámos dentro de casa...

Ele: Então tenho mesmo de te dizer, foste à pior festa de sempre!!!!!!

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Atire a primeira pedra quem nunca fez um comentário semelhante 😡😡😡 

 

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Dia do Riso 😁😁😁

Rir faz bem! Liberta. Apazigua. Sabe-me lindamente dar umas sonoras gargalhadas e chegar às lágrimas! Chorar a rir a bem dizer! Gosto de galhofa, de risos e de sorrir. E não é por isso que me considero uma grande desmiolada. Portanto o provérbio "muito riso pouco siso" é invenção da cabeça de um tipo aborrecido com a vida que, no lugar de tornar os problemas menos desagradáveis, insistia em lamentá-los!! Abaixo a este senhor!!

 

Gosto de gente que se ri de coisas banais, do dia-a-dia. Que se ri de si própria. Que não se leva demasiado a sério! De gente que escreve sobre isso e dá lugar a piadas secas! A maior parte das vezes rio-me das coisas da minha vida e dos meus. Gozo-as com conhecimento de causa e elevada propriedade e, por isso, consigo ser muito acutilante e ter muito mais graça! O humor descomplica, torna tudo menos penoso e pode até abrir muitas portas.

 

Por estas razões, e por muitas outras clinicamente testadas, implementem o Dia Internacional do Riso mais vezes nas vossas vidas! 

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Qual será o motivo de tamanha risota? 

Tendo em conta o braço da personagem de t-shirt verde, eu diria que alguém deu um pum. Quase de certeza o miúdo de vermelho. O mano, o de cor de rosa, também tinha vontade mas o mais novo (sempre os mais novos!!!) antecipou-se e foi o rei da paródia! 😂

 

Muito a propósito sabiam que ... as pessoas dão mais puns ... nos aviões. Em média, uma pessoa dá 10 puns por dia. Mas, num avião, as mudanças na pressão do ar fazem com que dê mais! 

E esta, hein?????😁

 

(informação retirada do livro "100 Coisas Para Saber Sobre O Corpo Humano" que prendeu a atenção do meu filho Francisco ontem à noite) 

 

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Sugestão Saudável (86)

Post escrito pela nutricionista Liliana Janicas 

 

Legumes Gratinados

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Hoje partilho convosco uma receita de legumes gratinados no forno! Pode servir como acompanhamento da carne ou peixe ou pode servir para variar como um jantar! Se quiser assar frango ou bacalhau juntamente também fica bem 😁 Para aquelas pessoas que não gostam muito de legumes esta pode ser uma excelente maneira de começar a gostar!

 

Ingredientes:

 

Alguém disse #19

"Serei Feliz Sem Ti?

... a resposta dá-nos um bom indicador do estado da nossa felicidade ... felicidade e dependência são coisas distintas ... Se não formos capazes de juntar tudo o que de bom sentimos e fazer disso um escudo protetor para o que não controlamos, bem podemos ficar sentados à espera de que nos façam felizes. Amor e felicidade tocam-se, cruzam-se, lutam, podem mesmo ser amigos, mas têm vidas separadas. A felicidade é estarmos à altura do que nos acontece, ninguém o pode fazer por nós." 

 

José Gameiro 

 

Para mais informações clicar em cima da imagem  

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Uma Macaca na Cidade (52)

NANNY, MAS POUCO…

 

Estou tão (enojada) enervada e triste com isto, que tenho mesmo que escrever e deitar cá para fora, sob pena de sufocar!

 

Sei que já muita gente escreveu sobre o tema – o novo programa da SIC: Super Nanny – e certamente melhor do que eu - blog A Mãe é que Sabe, jornal Público e Observador  são alguns exemplos mas permitam-me que desabafe…

 

Disclaimer: eu não vi o programa, nem tenciono ver! Nem a versão portuguesa, nem as estrangeiras (que nem sabia que existiam!). Vou basear-me no que já li sobre o formato e em alguns relatos de pessoas próximas que viram.

 

Quando comecei a ver os cartazes da Super Nanny parti do princípio que vinha aí mais uma sitcom ao estilo Malucos do Riso, Floribella ou versão tuga da Fran (que, BTW, eu adorava!). Quando me explicaram em que consistia o programa eu não queria acreditar… “Não… Não é possível que se desça tão baixo para conseguir audiências!”, pensei. Depois, ainda imaginei uma coisa ao estilo E se Fosse Consigo?, em que é tudo encenado, assim numa espécie de role-playing pedagógico (sempre seria um nadinha menos mau!), mas rapidamente percebi que não.

 

Pelo que me foi dado a entender, estamos perante uma psicóloga com ar de vendedora da Remax que encarna uma espécie de “Cesar Millan encantadora de crianças” que promete ajudar pais desesperados a acabar com as birras dos seus filhos mal comportados. Posto de outra forma, estamos perante um reality show com crianças, que não se inscreveram em lado nenhum para estarem ali a ser exploradas (humilhadas) frente a uma câmara de TV e a um país inteiro.

 

Sou mãe e fujo a sete pés de julgar outros pais! Também coloco fotos dos meus filhos nas redes sociais… Muitos alegarão que isso também constitui uma violação dos seus direitos de escolha e privacidade. Mas, nem a minha página de Facebook tem a projeção de uma SIC (e há as definições de privacidade!), nem eu escolho para partilha momentos de fragilidade ou intimidade dos meus filhos, que acredito devem ser tratados nos canais apropriados. Choca-me que temas tão fraturantes sejam tratados com tamanha leviandade! E lamento, mas nada de bom pode advir deste tipo de abordagem/exposição…

 

Já consequências negativas para as crianças, a curto/médio prazo, duvido que não existam. E entristece-me muito o retrocesso que este programa representa em termos de pedagogia/psicologia e de cultura civilizacional (já não nos bastava o Trump na presidência dos EUA!). Numa altura em que se fala tanto de parentalidade positiva e se alerta como nunca para os perigos do bullying, não houve nenhuma alminha na SIC que visse para além das audiências e do lucro, e pusesse a ética e os escrúpulos (e as crianças já agora!) em primeiro lugar!?

 

Não querendo criticar os pais (muitas vezes desesperados e muito pouco informados), tenho que admitir que eles também têm aqui uma enorme responsabilidade (também ouvi dizer que recebem mil euros por participarem, não sei se é ou não verdade…).

 

Mas não seremos todos um pouco responsáveis? Dá que pensar…

A sério que estou mesmo irritada com isto!

 

Beijos e cuidem-se.

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MGPC

Supernanny - o que me ficou do que passou!

Vi cinco minutos do programa de ontem. O suficiente para me sentir incomodada, ceder ao pedido dos meus filhos e ... mudar de canal! Sim, também tenho cá em casa pequenos aprendizes de tiranos mas mas mas mas ... se não consigo ter na mão e educar crianças de 8 e de 10 anos, estou mal. Estou mesmo muito mal ou há uma enorme confusão de hierarquias nas nossas cabeças! 

 

Antes de mais devo dizer que concordo com algumas opiniões que fui lendo ao longo do dia sobre o facto da mãe ter exposto a filha daquela forma no programa de televisão em causa (em que uma psicóloga ajuda famílias a disciplinar as crianças). Acho que foi exagerado! Também eu aqui no blog e nas minhas redes faço vídeos com os meus filhos e partilho imensas fotografias nos mais variados contextos. A diferença é que não acho que os esteja a envergonhar ou a ridicularizar. E o que aconteceu no programa de ontem, pelo menos no pouco que vi, foi precisamente isso! E por isso achei mau. Doloroso até! Tive pena da família. Especialmente da menina!

 

Mas, a mãe da menina deveria saber ao que ia ... ou não? 

 

Sinceramente, espero que o objetivo a que se propuseram, ao participar no programa, tenha sido alcançado e que todas (mãe, filha e avó) tivessem ficado devidamente esclarecidas sobre os seus papéis na estrutura familiar e que, essencialmente, tenha servido para um bem maior - melhorar a convivência familiar. Achei aquela mãe totalmente prisioneira das vontade da filha de apenas 7 anos e isso também me meteu dó! Mas a senhora é adulta, informe-se, leia sobre o assunto e de quando em vez, rode a baiana, que quem tem de ditar regras é ela e não a filha!!! Achei que todos naquela casa estavam confusos! E como é fácil assim ficar!! 

 

Não gosto de criticar a educação que as mães dão aos seus filhos mas, há um pormenor que anda a ganhar uma força tremenda na nossa sociedade e que eu acho que deve ser seriamente contrariado. As mães/pais/avós/cuidadores têm medo de dizer NÃO às exigências e caprichos das suas crianças como se isso os traumatizasse para o resto da vida! Não acho que assim seja. Não me considero traumatizada por ter levado tantos NÃOS nos anos 90! Não me inibo de os dizer aos meus filhos e de explicar os motivos das minhas decisões (nem sempre acertadas)! 

 

Por fim, a psicóloga. Parece que a Ordem está hoje a cair-lhe em cima. Como disse, só vi cerca de cinco minutos do programa, mas, fiquei com a ideia de que tinha algum cuidado nas palavras que trocava com a mãe e com a menina. Quanto aos conteúdos que partilhou, na minha opinião não há uma fórmula mágica que resulte com todas as crianças e com todos os pais. Já escrevi sobre o assunto AQUI a propósito da minha participação num workshop de Parentalidade Consciente. 

 

E vocês por aí? O que acharam da Supernanny?

 

  

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Rio ou Santana?

Há por aí gente que gosta de política? 

Não posso dizer que adoro mas também não detesto na mesma medida que a atualidade desportiva! De maneira que sigo com alguma atenção o que vai acontecendo a este nível no nosso querido país! Recuso-me a aceitar a velha conversa de que os políticos são todos farinha do mesmo saco e que querem é poleiro! Quero continuar a manter a fé nesta classe, por muitos descredibilizada, apesar das desilusões políticas mais que claras nos últimos tempos! 

 

Bem, mas voltando à liderança do PSD que foi para isto que aqui vim hoje ... 

 

Quem é que acham que vai ganhar a corrida? Rui Rio ou Pedro Santana Lopes? Quem terá mais condições para o fazer tendo em conta o estado meio desorientado do partido?  

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Dizem por aí que Rio tem mais hipóteses de ganhar apesar de, tal como o seu adversário, não apresentar grandes ideias de futuro para o partido. Por isso, olha, assim como assim, se nenhum deles tem projetos consistentes e ideias megalómanas no que respeita a arrumação da casa PSD, que ganhe o candidato mais simpático, elegante e cordial com os jornalistas (sim, sabem que sobrevalorizo esta classe)😍. Que ganhe o candidato que continua insistentemente a tratar o partido por Pê-Pê-Dê-PSD porque a forma como o diz continua a fazer-me rir. Mas isso sou eu que me confesso de riso fácil!

Pronto, já sei, os meus argumentos não têm nenhum fundamento minimamente válido. 

Pois é, que ganhe o melhor! 

😁

 

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