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A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

Uma Família Muito (Pouco) Moderna

Mãe:

Filhos queridos, para vocês que andam sempre a cantarolar as músicas do AGIR, tenho uma ideia genial...

O que acham de estarmos atentos à agenda dele e, quando for possível, talvez lá mais para o verão, assistirmos a um concerto? Assim ao vivo e a cores? Não acham espectacular? Mesmo que o pai não queira ir, vamos nós os três cantar e dançar até nunca mais parar...já estou a imaginar...vai ser fantástico...

 

Filha:

Mas é que nem penses, esquece isso! Não me apetece ver todas aquelas tatuagens... ao vivo e a cores!

 

Mãe (pensou):

Podia arregaçar as mangas e debitar lições de moral, mas não ... dou-lhe mais cinco anos e o preconceito passa-lhe...sem a minha ajuda!

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AGIR cheio de talento o rapaz 

Ser Magra (na Aldeia)

Isto de ser magra pode ser tudo muito bonito mas... nem sempre o é...

Há vários factores em jogo, ora atentem.

Para mim, os dias em que ser magra é bonito passa por não ter restrições alimentares, nisto incluo poder acordar a meio da noite para beber coca cola e comer bolachas oreo; ou, pelo contrário, os dias em que ser magra é feio passa por adorar uma determinada peça de roupa xs, prová-la, perceber que nem um cinto é suficiente para a segurar ao corpinho, e sair a correr da loja disposta a enfardar um frasco de nutella

 

Conheço muitas pessoas que se sentem à vontade para proferir, em qualquer circunstância, "estás muito magra" ou "estás tão magrinha", esta última expressão vem sempre acompanhada com cara de pena! Já a uma gorda, o caso muda de figura, literalmente. O povo acanha-se na hora de dar uns palpites a uma gorda sobre o seu peso e a melhor maneira de o perder. Parece que a uma pessoa com menos peso é válido todo o tipo de apreciação, nada parece mal...mas desenganem-se minha gente, desenganem-se!

 

Há tanta probabilidade de magoar uma pessoa magra ao dizer-lhe que está "magrinha" como ferir uma gorda ao aconselhar-lhe uma dieta milagrosa. Isto vale para os dois lados, uma vez que as pessoas podem estar a esforçar-se para mudar de figura, certo? Nunca sabemos como alguém vai digerir um comentário sobre o seu peso. Por isso, sejamos prudentes. 

 

Julgam que as magras não gostavam de um dia nas suas vidas pedir umas calças 38 e ficar horas no provador a babar...

 

Julgam que as magras não gostavam de ouvir um belo piropo (cuidado com eles) referente ao seu pernão!

 

No meu caso específico, já me habituei a todo o tipo de comentários referentes ao meu peso. A verdade é que já pouco ou nada me incomodam, dependendo da forma como é feito ou simplesmente de como está a correr o meu dia. Se há vezes em que carrego a arma e disparo na direcção dos mais atrevidos ao nível da sugestão alimentar, outras vezes apenas sorrio e desvio a conversa.

 

Desde que me conheço, sempre fui mais magra do que gorda, vá...ganhei uns quilinhos enquanto grávida e já me achava a rainha do pernão jeitoso. Mas tudo passou, passou muito depressa... pouco tempo depois já rondava novamente os 45kgs! 

 

Tenho muita tolerância às apreciações da minha avó, que do alto dos seus 90 anos me diz " ai rapariga, se o garipe te apanha nem consegues criar os teus filhos..." Mas reparem, um comentário que indica debilidade e fraqueza perante uma simples gripe. Considero que perante uma gripe, quer tenhamos mais ou menos peso, vamos todos às lonas, certo? Perante tão sábia conclusão, limito-me a sorrir e baixar o olhar, ela sabe que não aprecio. 

Tenho muito menos paciência para comentários de um desconhecido no ginásio (sim, ginásio, eu tentei diversas vezes mas concluí que sou pouco dada ao desporto): "olha, queres engordar? come pão quente com manteiga, aqui da padaria, e bebe coca cola. Olha como eu estou!!" Eu pensei "boa, fixe, e depois estou aqui outra vez mas para perder barriga, como tu!"

 

Bom, mas onde é eu quero chegar com esta conversa...aqui:

 

Que as magras/gordas podem ficar muito gratas pela preocupação mas é de evitar palpites quando não solicitados.

 

Nota: Utilizo as palavras magra e gorda sem qualquer prurido pois estas classificações estão somente nos olhos de cada um! 

 

 

Volta rotina, estás perdoada!

Nestas duas últimas semanas, de férias e de feriados, em que estamos os quatro em casa, paira o caos e a desordem no ar. Dou por mim sem saber bem a quantas ando: adormeço tarde, acordo tarde e indisposta, junto os horários das refeições. Um desnorte. Portanto assim só para começar: uma vidinha bagunçada minha gente!

Por isso imploro: volta rotina!

Podes voltar minha querida, estou, como a TAP, de braços abertos para te receber! 

A minha pobre cabecinha, e principalmente as minhas amigas dores de cabeça (enxaquecas, cefaleias e o diabo a sete) precisam mesmo de rotina, horários e essencialmente de regras! Neste momento sinto uma necessidade extrema de voltar à vida que tinha antes de 24 de Dezembro. Bem sei que pode parecer absurdo mas ainda não consegui encontrar outra forma de driblar esta herança. 

As férias que terminaram ontem em nada se assemelham às de verão. Enquanto que nas férias grandes é possível inventar mais programas com os meus filhos como idas ao parque, à praia ou até mesmo usar o jardim para fazer bolinhas de sabão (!!), nestas férias de inverno há claramente um uso excessivo da casa e do sofá. Confesso que se agravou com a chegada da PlayStation!

Também é verdade que no verão sinto-me muito melhor pessoa, mais tolerante, mais sorridente e vá...um pouco mais simpática. O inverno consegue trazer ao de cima o pior de mim. 

Hoje recomeçaram as aulas dos meus filhos. Não lhes perguntei porque não me apetecia ouvir a resposta mas garantidamente que estas duas semanas de férias pareceram curtas, para eles, não para mim! Ontem à noite tentei dar-lhes ânimo e motivação para o recomeço escolar mas alguém cortou o assunto pela raíz, tal era a repugna. Não queriam nem ouvir a palavra escola. 

Sei que vão chegar exaustos com vontade de atirar a mochila ao ar e correr para o sofá. O único problema serão os famigerados tpc's. Ou não. É esperar para ver!

Eu cá vou estar de volta à rotina e, mais uma vez como a TAP, de braços abertos para os receber! 

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Passagem de Ano

Agora sim, parece que tive um espaço livre na agenda para me sentar ao computador e escrever sobre a noite de fim de ano. Isto porque a minha vida nestes dias tem sido um verdadeiro carrossel e estou com sérias dificuldades em gerir as horas de sono!  

Talvez sabendo disso, ou não, a minha irmã teve a feliz ideia de convidar os sobrinhos para um cinema e eu, já a vê-los a torcer o nariz ao Hotel Transylvania 2 porque hoje queriam jogar PS4, soltei um "nem pensem, claro que vão com a tia ao cinema, vá....pirem-se, levantem-se do sofá, a sala precisa de apanhar ar". 

Bem, mas e a passagem de ano?

Como já tem sido habitual, nessa noite juntámo-nos (os quatro) ao autodenominado O Gangue do Antunes!

É verdade, o grupo parece que já tem nome e espírito próprio. Nele estão incluídos amigos, familiares, mães, pais, tios, avós e crianças...muitas crianças...cada vez mais crianças. A taxa de natalidade na aldeia está a crescer para contrariar números menos positivos!

A palavra de ordem deste grupo é a inclusão. No primeiro ano em que me juntei a eles só me senti envergonhada nos primeiros cinco minutos, depois é de todo impossível não aderir ao convívio e às piadas que emergem de um grupo tão dado à amizade e à partilha de experiências.

Tenho a sensação que também pertenço ao Gangue e isso faz-me lá estar no ano seguinte, sempre com a mesma disposição. Até os meus filhos, que são avessos a iniciativas fora de casa, contam os dias que faltam até irmos para a adega do Ricardo. 

Nesta noite é quase que obrigatório a diversão e a folia. Há um verdadeiro espírito aberto de todos, mesmo de todos, para que isso aconteça, e a verdade é que é possível conjugar estes fatores. Claro que há alguns ingredientes que levam todos a dizerem disparates e dançarem de forma ousada, estou a lembrar-me por exemplo...do vinho... do licor... do whisky e do malibu (sim, nesta festa havia malibu!)

Parece que os mais resistentes ficaram até às 7 da manhã. Gabo-lhes a energia e a capacidade de resistência!

Eu fiquei-me pelas três da manhã e ainda sinto vestígios de noitada... 

Espero que no próximo ano, haja alegria para repetir as proezas.... ora aqui ficam algumas delas...

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Eu e o anfitrião, o Ricardo Antunes. Um simpático! Esqueçam os meus olhos tá?

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O Hugo Félix, o Toninho, o Ricardo, o meu Hugo, o Guéu e o Tónhão - membros do Gang do Antunes 

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Um brinde, a rapariga já sem olhos!!!! 

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Eu e a minha amiga Céline (de Paris de França). Temos sempre tanto em comum, tanta conversa para pôr em dia!

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Discutíamos o vinho espirituoso da amiga Dora, não chegámos a nenhuma conclusão! 

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Eu e o DJ, portou-se lindamente este ano mas o equipamento nem sempre ajudou!

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A Sara, a anfitriã, irmã do Ricardo, num momento de pura concentração e devaneio!

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 O Ricardo, tirem as vossas conclusões...

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A Sónia, a Paula, euzinha (sem olhos), a Dora e a minha irmã mais velha (não tenho outra portanto é a minha irmã preferida)... e o Ricardo!

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 A minha cena mais que tudo... o meu Francisquinho, o meu Hugo e a minha Mariazinha. Fritam-me a paciência mas adoro-os daqui até à lua... vezes mil!!!!

 

Um grande obrigada Ricardo e Sara, até para o ano! 

Look de fim de ano

Isto não é um blogue de moda mas sendo que houve alguma produção para a noite de fim de ano ...  

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Camisa: Zara (trocas ou saldos!)

Calções: Zara (trocas ou saldos!)

Botins: Michael Kors

Bolsa: Purificación García

Maquilhagem: da rapariga na aldeia

Acessórios: Casa Batalha

Relógio: Michael Kors

Créditos: Hugo (cheio de paciência) 

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A Blogger:

Cátia Santos catiafsantos@hotmail.com

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