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A Rapariga na Aldeia

A Rapariga na Aldeia

Ler Mais

Minha gente, contem-me tudo. Como é que andamos de leituras? 

Uma desgraça ou super bem comportados? 

São disciplinados e não abdicam da leitura diária. Ou pelo contrário, são daqueles que arranjam sempre mil desculpas para não ler, tipo eu, para não ir ao ginásio. Quando vos perguntam qual o livro que estão a ler tendem a justificar: ah e tal está frio!!! ah e tal não tenho mesmo tempo, chego a casa tarde e deito-me a horas indecentes!! 

 

Meus caros, só vos digo....isso foi em 2015!

 

Este ano não vamos cair nesses erros, certo? Estão comigo? 

Uma das minhas resoluções para 2016 foi ler mais.

Arranjar mais tempo e mais e mais e mais é possível, basta querermos.

Podemos começar por dedicar vinte minutos por dia à leitura. Não é nada de mais. Vá, o tempo de uma série no AXN. Um outro pormenor importante é encontrarmos um livro que nos amarre à história, que nos obrigue a querer saber o desfecho.

Sinto que arranquei bem em Janeiro ao nível da leitura, agora só espero manter este ritmo o ano todo. 

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 Uma amiga ofereceu-me este pequenino. Mas o mês de Dezembro foi uma desgraça.

Foram desculpas umas atrás das outras. Agora ando a dar-lhe forte!! 

 

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 Uma outra amiga bateu-me à porta na semana passada e tinha este miminho para mim.

Fico sempre derretida!

Ainda não comecei a ler mas tem tudo para ser bom. Depois conto-vos.

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 Este mora cá em casa há alguns anos mas será que é desta que ganho coragem?

Depende de dia 24 de Janeiro... ou de 14 de Fevereiro, logo se vê. 

 

 

Partilhem o que andam a ler. Os livros que leram e aconselham.

Opiniões e sugestões são sempre bem-vindas neste espaço. 

 

 

Ilustres TPC, ou talvez não!

Mais uma semana que chega. Mais uma terrível segunda feira. 

Com ela chegam os TPC. Pois é.

Não há como fugir a este eterno drama.

A esta prisão que se instalou cá em casa sem pedir autorização!

 

Psicólogos, pediatras, professores, pais e mães têm as suas teorias sobre as vantagens e desvantagens dos TPC. Eu também tenho cá a minha tese que até é muito simples.

Como é que hei-de dizer isto de uma forma simpática... Raios partam os TPC.

Raios partam os TPC que me assaltam o tempo de lazer com os meus filhos. 

Raios partam os TPC que determinam a hora da brincadeira, do banho e do jantar. 

Raios partam os TPC que se apoderam do fim da tarde. 

Raios partam os TPC que podem gorar todo um fim de semana. 

 

Como é bem evidente não sou defensora dos famosos TPC. Defendo sim, a importância da interação entre a família e a escola, de maneira a que as crianças percebam o interesse dos pais nas matérias escolares. 

Agora, os TPC por regra, por norma, diariamente e em excesso! Discordo plenamente. Quando considero que está a ser abusivo trato de escrever à professora " a criança não fez as quatro fichas porque não teve tempo". 

Tempo, senhores, tempo. É por isto que me bato. Uma criança que está na escola das nove da manhã até às cinco da tarde não deve pode trazer TPC. É absurdo e inútil. Esse trabalho em casa não irá fazer deles melhores alunos ou mais apaixonados pela escola. Os TPC em excesso poderão até ter um efeito perverso nas crianças que, no limite, pode levar ao desinteresse escolar. E isto sim, é problemático. 

 

Creio que devem haver várias formas de promover a aprendizagem e o interesse pela vida escolar. 

O excesso de TPC deve ser, de longe, a menos adequada. 

Como tudo na vida, o quanto baste é a medida correcta! 

 

Parabéns ao Hélder

Parabéns ao Hélder Rodrigues pelo 5º lugar neste Rally Dakar 2016. 

O melhor português nesta prova. Deixa-nos muito orgulhosos.

Raça de rapaz. É o máioreeeee!!!!!

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A equipa da Yamaha na despedida.

Bom regresso a todos

Até ao próximo Dakar 2017

Estamos lá

 

 

 

 

 

Assim vale a pena mudar

Acordar com o céu azul e um sol magnífico é bom, mas ouvir:

Filha: mãe pareces uma adolescente....

Filho: não é nada, a mãe parece uma jovem...

 

É muito melhor. É sinal que não devo estar arrependida de ter cortado taaannnnnto o cabelo. E não estou!!! 

 

À parte disto tenho de explicar a esta gente as semelhanças entre uma adolescente e uma jovem.

Mas isso agora não interessa nada! 

Preciso de gozar o momento e dar-lhes gomas e rebuçados. 

Coisas de raparigas

Raparigas...

Fartas de serem escravas dos vossos cabelos?

Cansadas de passar horas a secar, escovar e alisar?

Usar shampoo, amaciador, máscara e sérum de toda a espécie e ainda assim dizem-vos que o vosso cabelo vai falecer? 

Cansadas de comentários depreciativos do cão e do papagaio sobre o vosso cabelo? 

 

Raparigas .... um dia têm de mudar! 

 

Hoje foi o meu dia! 

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Educar sem sobrevalorizar

Os nossos filhos são os mais lindos, os mais inteligentes, os mais astutos, os mais tudo...

Temos orgulho nos nossos meninos de ouro. Os melhores do mundo.

Na verdade há uma pitada de Dona Dolores dentro de nós. Ou não! 

 

Não sou mestre na arte de educar os meus filhos, nem pretendo ser. Quando sinto que estou a ser intransigente, lembro-me que estiveram o dia todo na escola a tentar ser bem comportados. Sei que em casa há necessidade de extravasar, de quebrar regras, de fazer cambalhotas nos sofás (passo-me!!), de gritar, de correr e saltar. Momentos de pura descompressão! Eu alinho, sei e sinto que é melhor para todos. Mas calma, isto cá em casa não é uma bandalheira total. Há mínimos a cumprir. Também sei que é duro, para ambas as partes, estar constantemente a reprovar e a censurar. Não tenho paciência para tanto desgaste!!

 

Os meus ricos filhos têm na mãe a maior crítica de todos os tempos. Sou eu quem melhor os conhece e quem precocemente detecta as suas capacidades, os seus medos e as suas fragilidades. Assim sendo sinto-me mandatada para avaliar tudo e reprovar se assim o considerar. 

 

Muitas são as vezes em que as minhas pequenas crias me pedem opinião sobre um desenho que esboçaram. Eu comento. Independentemente de os desagradar. Não digo sempre que está lindo e maravilhoso quando na realidade está indecifrável! Já ouvi "tens razão mãe, não está muito bonito, hoje só me apetece pintar, não quero desenhar". 

 

As crianças, tal como os adultos, nem sempre estão inspiradas para realizar as tarefas que lhes são pedidas. E quando não estão "nem aí" e eu percebo, não me inibo de lhes dizer! Não vale a pena sobrevalorizá-los. O caminho cá em casa não é esse. Repito, cá em casa! 

 

Quais são as vantagens em não lhes dizer a verdade, quando no fundo até eles percebem que devemos estar a mentir-lhes só para que se sintam bem?

Quais são as vantagens em considerá-los os arquétipos da perfeição? 

Os entendidos desta vida certamente que terão respostas esclarecedoras. Eu não sigo esta via. Acarreta muitos riscos, a meu ver desnecessários! 

 

Um pormenor que aprecio é o reconhecimento das capacidade dos colegas. Considero uma vitória quando me dizem "tenho uma colega que desenha rosas lindamente e eu pedi-lhe que me ensinasse..." Da mesma maneira que admiro quando se comparam a colegas, tomando assim consciência das suas reais capacidades. 

Depois deste reconhecimento, há que fornecer-lhes ferramentas de todo o tipo que lhes permitam ir mais além caso pretendam, obviamente. Professores, mães, pais, avós, tios e primos. Estamos todos envolvidos neste projecto. 

 

Um projecto assente em motivação e incentivos, sem fugir à verdade?  

SIIIIIIIIIIIIMMMMMMM. (como disse o menino de ouro da mãe Dolores)

Medos e dores

Filho: não deites fora este desenho nunca, nunca, nunca, tá bem!

Mãe: ok, vou guardá-lo para sempre, muito bem guardado, fica descansado.

Filho: Só podes deitá-lo fora quando eu for velhinho e for para o céu...assim não vejo...

Mãe: Eu espero não assistir a isso, meu filho. Eu vou ser velhinha primeiro do que tu, logo eu vou para o céu primeiro...

Filho: chega desta conversa, não quero falar mais nisso...já estou com dores de barriga!!!!

 

 

Filho: estou a ler ali na televisão "Morreu David Bowie"?

Mãe: é verdade querido, o senhor estava doen....

Filho: desliga a televisão mãe, já estou a ficar com dores de barriga!!!!

 

 

Este meu pequeno filho tem dores, mesmo dores a sério quando se fala ou pensa na morte.

Acredito que sinta um verdadeiro mal-estar quando se aborda este assunto.

A isto chama-se medo. Um medo terrível que chega a causar dor.

Um medo que quer manter bem longe de si...

Como eu o compreendo! 

Plaza Suite

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Tive oportunidade de ver esta peça no ano passado e foi hilariante. Trata-se de uma comédia sobre o amor. Faz-nos pensar nisto do amorrrrrr e das relações a dois. 

A interpretação da Alexandra Lencastre, não sendo uma actriz de comédia por excelência, está soberba e o Diogo Infante... enfim...não consegue desiludir. Fantástica a sua aflição na segunda parte da história, mesmo! 

 

Está em cena até 17 de Janeiro, em Lisboa.

A quem estiver interessado, é comprar os bilhetes ... ver ... e tirar notas!!!

 

Carros sem condutor

E o futuro é..... carros sem condutor.

Um conceito inovador e espectacular para alguém que, como eu, não nasceu com a mínima aptidão para conduzir.

Admito que não tenho jeito nem paciência para a prática da condução e, muito menos para manobras de estacionamento! No outro dia cruzei-me com o meu ex instrutor de condução e subiu-me uns calores de pânico. De repente senti que tinha esquecido tudo o que ele me tinha ensinado há 15 anos e estava prestes a fazer qualquer coisa mal feita.

Por breves segundos tive flashes de tudo o que passei nas malditas aulas de condução e veio-me à memória os exercícios de estacionamento. Os pormenores dos autocolantes nos vidros do carro para facilitar a vida dos aprendizes que não foram suficientes para eu conseguir fazê-lo bem e à primeira. 

Bem, se havia alma que tinha o dom de me enervar e de me tirar do sério era aquele senhor. O pior é que ele tinha toda a razão na maioria das ocasiões apesar de, na altura, eu achar precisamente o contrário. 

Hoje, só hoje, reconheço que o senhor até tinha alguma paciência para casos semelhantes ao meu, pois não deve ser fácil ver a pouca evolução dos alunos ao fim de trinta ou quarenta aulas de condução. Qualquer indivíduo daria o meu caso como perdido e não me deixaria agendar o tão temido exame de condução nos meses seguintes!

 

Mas o que lá vai, lá vai. O que me levou a recordar aqueles tempos de principiante foi a leitura de um artigo sobre o futuro dos automóveis, cujo título era "Estes carros vão ter tudo. Menos condutor".

Que maravilha, ora reparem: automóveis mais eficientes, mais limpos e mais seguros. Mais fáceis de estacionar com a capacidade de procurar lugar sozinho em parques de estacionamento (neste momento fez-se luz na minha vida). Com cada vez mais e maiores ecrãs a bordo e ligações à internet de banda larga. Parece que o objectivo último é alcançar a condução totalmente automatizada, em que o condutor não faz falta, ficando assim disponível para tudo o resto, como ler ou enviar e-mails.

Já estou a imaginar, a família em convívio num cenário destes.... mas calma, só lá para 2020.

Até lá valha-nos o carro tradicional. 

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Adele

Hoje é sexta feira e só quero pensar em coisas boas ... ocorre-me assim de repente... 

o "meu" concerto do ano, da minha querida, diva, majestosa ADELE.

Adoro, amo de paixão todos os álbuns. Aprecio toda a carga emocional impressa nas canções. Ouvir músicas que apelam à saudade e à ruptura não tem um efeito negativo em mim. Muito pelo contrário, eleva-me, nem sei bem para onde!

Este novo álbum, o 25, que segue o caminho da reconciliação, de reatar relacionamentos, não me desiludiu. Está lá todo o ambiente dramático de que preciso para me sentir bem. 

A Adele é a prova de que, para o sucesso, basta uma voz brilhante e muito drama à mistura. Não é preciso exibir um corpo desnudado e bem tonificado ou roçar-se em paredes e varões! 

 

Uma amiga dizia-me "que sorte, conseguiste comprar os bilhetes"... respondi "não foi sorte... foi estratégia"

No dia em que ficaram disponíveis para venda, montámos uma verdadeira caça aos bilhetes.

Eu fui bem cedo à Worten pedir aos funcionários para abrir o sistema informático pois podia bloquear a partir das dez da manhã. Ao mesmo tempo, o homem estava no escritório preparado para comprar online caso o meu plano falhasse. Já prevíamos que a adesão iria ser brutal e que os bilhetes iriam esgotar naquele mesmo dia. Assim foi, a página da ticketline esteve o dia todo indisponível mas como consegui comprar na loja às 10h:03m não constituiu problema. 

 

Peço que os ventos soprem a nosso favor nesse belo dia de Maio e que tenhamos alegria para usufruir do espectáculo em pleno. Estamos ansiosos pelo dia, pela hora de ver e ouvir a Adele, ao vivo e a cores! 

 

 Moral da história: não se ama alguém que não ouve a mesma canção. 

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ADELE

 

 

 

 

 

 

 

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