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A Rapariga na Aldeia

Blog pessoal de uma rapariga que vive na aldeia e às vezes vai à cidade.

A Rapariga na Aldeia

Blog pessoal de uma rapariga que vive na aldeia e às vezes vai à cidade.

Não somos todos iguais!

No domingo fizemos o nosso almoço natalício de voluntários "Ser Mais Solidária" num restaurante de leitão assado aqui na aldeia (óbvio🐽). Aperaltámo-nos, que a ocasião assim o exigia, pegámos na família e lá fomos conviver durante um agradável par de horas. Não foi possível reunir algumas das presenças mais assíduas nesta causa pois já se sabe a enorme dificuldade em conciliar agendas de quase vinte pessoas! Estou certa que na próxima ocasião semelhante estaremos mais 😍. 

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Não somos instituição (mas podíamos ser). Somos anónimos, sem pretensões de ser mais do que solidários, de ajudar quem realmente necessita de apoio, de quem, por circunstancias diversas, ficou desamparado, em condições financeiras dramáticas e a viver nas ruas. Para isso, a mentora desta iniciativa, a minha amiga Sílvia Lopes, sabe que pode contar com o apoio de uma série de pessoas. Sabe que sem os donativos não seria possível distribuir refeições e agasalhos a sem-abrigo e famílias carenciadas!

 

E sim, somos gratos (e aqui falo em nome de todos) pela enxurrada de apoios que temos tido até hoje e, essencialmente pela confiança depositada no nosso grupo e no nosso trabalho. Porque, numa época de total descrédito neste tipo de causas, é preciso agradecer com todas as letras a quem nos apoia (desde a padaria, ao senhor dos legumes e das frutas ... ) a todos mesmo, sem exceção, para que sintam que tudo aquilo que nos dão tem como destino único - pessoas carenciadas - e para que continuem orgulhosamente a ajudar-nos! 

 

E sim, no nosso almoço falámos no caso da Raríssimas e nas irregularidades por lá detetadas e indignámo-nos com os últimos desenolvimentos do caso. Falámos também de outras instituições de solidariedade, das políticas e das  prioridades sociais que, em certa medida, colidem com o que achamos ser aceitável. Infelizmente! 

 

E não, não somos mesmo todos iguais! Ainda há gente (e espero em elevado número) que "veste a camisola" da solidariedade com o objetivo único de ajudar o próximo e nada mais do que isso. E é precisamente por esse motivo que aproximo os meus filhos a esta causa. Para que percebam a importância do ir sem esperar nada em troca! 

 

Para concluir e por razões óbvias, deixo aqui uma vénia aos jornalistas de investigação (da tvi) que procuram, pesquisam, perguntam e não se acomodam. Foi por este jornalismo inquieto e não conformado que me apaixonei! 😍 Bem isto agora ficou profundo 😁, vou terminar!

 

 

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