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A Rapariga na Aldeia

Blog pessoal de uma rapariga que vive na aldeia e às vezes vai à cidade.

A Rapariga na Aldeia

Blog pessoal de uma rapariga que vive na aldeia e às vezes vai à cidade.

Não há amor como o primeiro ☺️

CascaiShopping ganha piscina de bolas, túnel virtual e dois escorregas. 

 

 

Podem vir os maiores da Europa, com as maiores lojas de sempre e uma oferta dos mais variados serviços, que irei ter sempre um carinho especial pelo CascaiShopping! Talvez por ter sido o primeiro centro comercial da minha vida, por o parque ainda ser gratuito😀, ou porque ali o meu sistema de gps não evidencia falhas graves😀! 

 

O que sei é que o CascaiShopping é sempre a minha primeira opção, para tudo! 

 

E vocês pessoas aqui da zona de Sintra e Lisboa, trocam todos pelo pai de todos - o Colombo???????

 

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Sem título (já vão perceber porquê!)

A última coisa que escrevo nos meus posts são os títulos. E deixo-os para o fim não porque os adore (como faço com a tira de torrada do meio), deixo-os para o fim porque sei que o mais certo é chatear-me com o assunto. E porquê? porque efetivamente não consigo agradar-me quando o assunto é dar título a um texto. Em todos os posts escrevo o título, apago, volto a escrever e volto a apagar. Repito o processo algumas vezes! Apanho um pouco de ar, bebo água, conto até dez, estalo os dedos (que horror) e volto a pensar no sacana do título! E, o que mais me desespera é que, meia hora passou e ele não ficou como eu realmente gostava que ficasse (o mesmo se passa com o meu cabelo!). Preciso de encontrar a fórmula mágica dos desgraçados dos títulos! Isso ou a minha saúde mental começa a ser afetada😩!

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Os títulos devem ser uma síntese precisa de um texto. Devem! A questão é, conseguir chegar a essa síntese precisa, a essas palavrinhas mágicas tão sabiamente conjugadas que situam o leitor antes de ler o texto! Não é fácil, pelo menos para mim. Há dias em que estou verdadeiramente generosa e os meus títulos são frases extensas e pontuadas mais do que uma vez, leia-se, um excesso! Outros dias, mais tortos, escrevo títulos como se fossem hastags evidenciando o quanto estou amarga! Portanto, está à vista a necessidade de encontrar um meio termo para esta problemática. Ando a trabalhar nisso. Arduamente! Mais precisamente, uma vez por dia! 

 

E por aí, qual a vossa relação com os títulos? 

 

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Sugestão Saudável (73)

Post escrito pela nutricionista Liliana Janicas

 

 

A Nutricionista foi à Escola Primária!

No dia 16 de Outubro comemora-se o o Dia da Alimentação e a professora Ana Paula Castello Branco convidou-me para ir à Escola Primária Hélia Correia falar sobre a alimentação saudável para os meninos do 1º ano. Então das 15h às 16h tivemos uma conversa muito dinâmica e agradável sobre alimentação e nutrição!

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O que é que eu e a Liliana fomos fazer a Mafra?

A Liliana Janicas, nutricionista aqui do blog, explicou a importância da alimentação saudável a estes meninos como se eles tivessem seis anos 😁! E não é que tinham mesmo!😁😁

Ora ontem estive em Mafra, mais propriamente na Escola Hélia Correia, a assistir à partilha que a Liliana fez com uma turma do primeiro ano sobre alimentação saudável. A ideia era assinalar o Dia da Alimentação reforçando a importância dos alimentos e das refeições. Percebi que estas crianças tinham "cultura alimentar", se me é permitido usar esta expressão, pois, apesar da tenra idade, mostraram que estão despertos para o tema - alimentação saudável. Nas suas intervenções, meio a brincar meio a sério, foi por demais evidente as noções que têm daquilo que devem e que não devem comer, sem radicalismos ou, como disse a Liliana "nem sempre nem nunca"! Gostei de perceber que os cuidados com a alimentação vão crescendo e que, em conjunto com as escolas, as famílias vão adquirindo bons hábitos alimentares! Gostei mesmo muito de conhecer esta realidade! 

 

Contudo, e para que esta sessão fosse divertida e empolgante, a Liliana teve de fazer o pino e um pequeno número de circo inventar algumas atividades. Amanhã ela terá oportunidade de escrever sobre esta sua experiência mas posso já adiantar que houve perguntas e respostas hilariantes, adivinhas, pinturas, recortes, olhos vendados, cores e frutas, muitas frutas! 🍏🍌🥝🍇🍊😀

Vejam as fotografias: 

 

 

Uma Macaca na Cidade (42)

A MEIA HASTE…

 

Ontem, deitei-me com a chuva e com o cheiro da terra molhada a acalmarem um pouco o terror do dia. Mas, com a revolta, impotência e frustração como companhia! E tantas questões por responder às voltas na minha cabeça…

 

Hoje de manhã, quando levava o meu filho mais velho à escola, assisti à descida a meia haste das bandeiras à porta da minha junta de freguesia. O meu coração encolheu. Tive que conter a emoção que senti, enquanto explicava ao meu filho o simbolismo do momento (que passou completamente despercebido no meio da habitual confusão de pais a deixar as crianças – a junta de freguesia fica num enclave entre quatro escolas!).

 

Não consigo imaginar nada que melhor pudesse descrever “Luto Nacional” do que aquela bandeira de Portugal, caída e amarfanhada aos pés do senhor, antes de ser colocada a meia-haste… Não vislumbro melhor metáfora para aquilo que o nosso País está a viver neste momento.

 

Eu pude dormir na minha cama, acordar na minha casa e levar o meu filho à escola pela mão… Mas hoje, houve quem não pudesse fazê-lo... Há demasiados mortos, demasiados feridos, vidas desfeitas, casas arrasadas, postos de trabalho perdidos, escolas fechadas… Há vidas em suspenso, hoje e durante os próximos tempos. Há marcas que vão ficar para sempre. Feridas que vão demorar a sarar (se é que algum dia vão sarar…). E depois há demasiadas perguntas sem resposta – nomeadamente, o que é feito dos donativos angariados para Pedrógão, ou porque é que ninguém fala (deveria ser notícia de todas as capas de jornais!) da conclusão do relatório independente sobre os incêndios de 17 de junho, e que atribuem a responsabilidade a uma empresa do Estado (EDP) –, há muita lamentação e pouca ação.

 

Se eu considero que o Governo está a lidar da melhor forma com a situação? Definitivamente, acho que não… Acho que os “sermões” da ministra e do secretário de Estado nos caíram muito mal. A ocasião não pede discursos políticos, pede discursos de crise, pede empatia, pede comunicação e proximidade à população. Mas também acho que há muitas críticas que são elas próprias “incendiárias”… Nem que fossemos todos os 10 milhões de portugueses bombeiros conseguiríamos dar resposta aos quase 500 incêndios que deflagraram praticamente em simultâneo no território nacional!

 

As causas, essas, só não vê quem não quer: são anos e anos de legislação miserável no que concerne ao ordenamento florestal, são os interesses, são as negociatas, são os pirómanos “maluquinhos”, são as mãos negligentes… E é, não tenho dúvidas, em grande parte – e muito em particular no dia de ontem – terrorismo político! Ou se preferirem crime organizado… Chamem-lhe o que quiserem, mas como se explica mais de 400 incêndios a deflagrarem à mesma hora em diferentes pontos do País?

 

Se não pudermos fazer mais nada, façamos silêncio, em respeito por todas as vítimas dos incêndios e por este País que tanto dizemos amar:

 

Manifestação Silenciosa Portugal Contra os Incêndios (Lisboa) VER AQUI

 

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E mais uma vez ... muito o fogo levou!

Quando até aqui dávamos o 17 de Junho 2017 como o pior dia do ano em matéria de incêndios, eis que chega o 15 de Outubro e o destrona em três tempos! Ontem o fogo tomou de assalto o nosso país, deixando em paz somente três distritos (Beja, Setúbal e Faro)! Registaram-se cerca de 500 incêndios, 27 mortes confirmadas até ao momento, vários feridos hospitalizados, habitações destruídas, pessoas em desespero, estradas cercadas pelas chamas, queixas e críticas, por parte da população, da manifesta falta de meios de socorro nos locais afetados pelas chamas! 

 

Perante estes números trágicos, o que dizem aqueles que nos representam? 

 

Tiremos as nossas conclusões 😞

 

22448558_10155805506197351_6213478565921627511_n.jA fotografia viral do incêndio em Vieira de Leiria.

Aterrador! 

 

 

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Consegui fazer a pior marmelada da freguesia 🙄

Se a vida te der marmelos faz marmelada (a versão original diz que são limões 🍋😉) E assim fiz. Ou melhor, e assim tentei fazer! Dada a minha inexperiência em matéria de doces, fiz como qualquer pessoa hoje em dia faz (não, não perguntei à mãe nem à avó - primeiro erro - é o chamado começar com um tiro no pé!) fui ao youtube 😀 Daí até à pior marmelada de sempre foi um instante ou, para ser mais correta, foi uma hora.

 

Depois de ver a receita na net pensei "isto é básico, como é que nunca tinha feito marmelada, de hoje não passa..." Resultado deste meu excesso de otimismo - a marmelada ficou tudo em mau, desde o sabor à cor passando pela consistência! Chamar-lhe marmelada pode até ser uma ofensa às verdadeiras marmeladas desta vida! É mais justo chamar-lhe doce de marmelada amarga ou qualquer coisa semelhante cuja acidez arrepie!! Conseguem imaginar como ficou? 😩

 

Bem sei que assuntos maiores assolam o país mas eu tinha apostado tanto nesta marmelada 😩 Era a minha estreia e devia ter sido em bom e em doce. E não foi. E não foi 😩😩! 

 

 

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"Observa em silêncio e não faças perguntas"

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Não me lembrava da última vez que tinha visitado o Santuário de Fátima. Fizemo-lo este verão. Juntos, os quatro. Disse aos meus filhos que quando lá estive, em mil novecentos e tal, a Nossa Senhora de Fátima ainda não tinha aparecido aos três pastorinhos. Não alcançaram a piada!🙄A partir daqui deu-se uma sucessão de perguntas, algumas delas bastante complexas, outras muito cómicas, que me levaram a puxar pelos conhecimentos na área que, confesso, não são totalmente esclarecedores. "observa em silêncio e não faças perguntas" disse-o imensas vezes! Na nossa memória ficou uma bonita tarde de verão em família numa das maiores referências de culto do mundo ah e o almoço no Crispim! 😀

 

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E explicar a matrioska da Operação Marquês?

Nem mesmo depois de ter visionado esta preciosa ajuda "O engenhoso esquema de milhões de Sócrates" consigo reproduzir, sem enganos, o intrincado esquema da Operação Marquês! Trata-se de um enorme e labiríntico emaranhado de pessoas (alegadamente) subornáveis e de amigos dos amigos dos conhecidos. Em causa estão milhões de euros, de contrapartidas, de favorzinhos e de contas offshores. Basicamente, estão agora acusados uma cambada de (alegadamente) trapaceiros que durante muitos bons anos lideraram as maiores instituições do nosso país! É o que temos! 

 

Quem não teve oportunidade de ver o desmontar disto tudo aconselho vivamente o tal vídeo - são quatro minutos de pura irritação! Desafio-vos ainda a assistir sem dizer um único palavrão. Boa sorte!! 😡😡

 

Só espero que não seja preciso explicar detalhadamente este mega processo aos meus filhos (ou netos), senão tenho mesmo de recorrer à cábula, neste caso ao vídeo! 

 

Lá para 2040 a coisa tem um fim ... Ou não. Ou não! 😡😡

 

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